Sep 30, 2011

AVISOS DO CÉU ... NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL: 1º DE OUTUBRO DIA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JES...

AVISOS DO CÉU ... NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL: 1º DE OUTUBRO DIA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JES...: Uma breve biografia de nossa querida Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face. Os pais de Santa Teresinha foram Luís e Zélia ...

1º DE OUTUBRO DIA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS - TERESINHA DE LISIEX - FILME THERÈSE


Uma breve biografia de nossa querida Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face.
Os pais de Santa Teresinha foram Luís e Zélia Martin, que se casaram em 1858. Ambos haviam aspirado entrar para a vida religiosa. De caráter contemplativo, mais silencioso, Luís, nascido em Bordeaux, França, aos 22 de agosto de 1823 sonhara em ser monge cartuxo. Não foi aceito porque não sabia latim. Voltou a Alençon, onde residia com os pais, e aí montou uma relojoaria. Zélia tentou ser religiosa visitandina, mas a Superiora logo intuiu que a jovem não era chamada à vida religiosa. Ambos foram levados a desistir da vocação religiosa. Após o casamento, permaneceram convivendo como se fossem monges. Um confessor convenceu Zélia a ter filhos e, assim preparar almas para o céu.  
Não eram pessoas muito alegres. Luís tem um temperamento dado à melancolia: seu gosto é retirar-se para uma casinhola à beira d’água, apartada de Alençon, cidade onde moram e onde ele é relojoeiro. Zélia afirmará que sua infância, cercada de pais severos, foi “triste como uma mortalha”. Antes de morrer, ela escreveria a seu irmão: “É forçoso renunciar a tudo! Eu nunca tive prazer algum na minha vida”.
Luís e Zélia vivem profundamente a espiritualidade católica de sua época, que lhes faz ver a vida terrestre e a história como um momento penoso a atravessar, antes de alcançar o céu. Eles não acreditam na felicidade; e a prosperidade parece-lhes um mau sinal.
O casal vive na prosperidade. Não tanto da parte de Luís, mas da parte de Zélia. Alençon é, na França, a capital da confecção de rendas; Zélia cursara a Escola de rendeiras e, aos 22 anos, estabelecera-se por conta própria. Ao casar, havia cinco anos que fabricava rendas. O seu negócio prosperava a olhos vistos: ela ganha de oito a dez mil francos por ano. O negócio de Luís era algo mais do que estagnante. Não demora em desistir da relojoaria e pôr-se a serviço da esposa.
Eis pois, como era o casal Martin: ele, um sonhador austero e melancólico. Ela, uma pessoa angustiada, que afogava na atividade as próprias ansiedades, pois o seu desejo era que cada uma das filhas tivesse um destino feliz, que todas tivessem um dote à altura. Quando Teresa nasceu, no dia 2 de janeiro de 1873, Maria, a primogênita das meninas Martin, preferida de Luís, tem doze anos. Paulina, a segunda filha, é a preferida de Zélia, na qual a mãe vê seu próprio retrato. A terceira, Lêonia, não é morena como as precedentes, mas loura de olhos azuis, todavia, menos bonita do que as outras. Entre ela e sua mãe não tardou a criar-se um clima de antipatia: “Ela não me fará tanta honra quanto as outras”, dizia Zélia. De fato, Leônia tem saúde frágil, caráter difícil e uma inteligência acima da mediana.
Celina tem quatro anos mais do que Teresa. Dotada duma extraordinária vivacidade. Seu pai a denomina “a intrépida”. Breve, Teresa seria a companheira inseparável de Celina. Celina com quem se parece e da qual não pode prescindir.
Teresa, quando nasce, é uma criança frágil. Desde o nascimento, exige cuidados, pois é vítima de crises de enterites. Confia-se então Teresa a uma ama-de-leite, chamada Rosa Taillé e que todos chamam “Rosinha”; a ama, que tem quatro filhos, mora em Semallé, a 8 kms de Alençon, num pequeno sítio com uma só vaca. Eis, pois, Teresa fora da casa paterna, com apenas seis meses de vida, nas mãos de uma ama-de-leite; e sem demora, ela recupera as forças, engorda, dá mostras de uma saúde maravilhosa. Quando a vêm mostrar aos seus, em Alençon, Teresinha repele vigorosamente a mãe, debate-se, solta gritos. Destarte, os quinze primeiros meses da vida de Teresa transcorrem no campo, numa fazendinha, em meio às pradarias.
Volta para casa em abril de 1874. Faz três meses que já caminha. Agora, é-lhe vedado correr em liberdade, mora dentro de uma casa onde é objeto de constante desvelo dos pais, das quatro irmãs, das operárias de sua mãe. Aliás, esta se esmera tanto mais por mimá-la, porque censura a si mesma o não ter podido alimentá-la pessoalmente. Por seu turno, Teresa, a que chegou por último, exige o primeiro lugar, exige tudo. Colérica, obstinada, impaciente, é dotada de uma vitalidade a toda prova.
A Sra. Martin trabalha com tanto afinco por ser uma mãe angustiada com o futuro das filhas; tanto mais angustiada por ter sentido uma dor no seio desde o início de 1865, primeiro sintoma de um câncer que a mataria. Com o passar dos anos, ela se transforma numa pessoa obcecada pela idéia da morte. Em agosto de 1876, Teresa tem três anos e meio. O médico anuncia à Sra. Martin que ela tem um câncer incurável. Voltando para casa, não pode evitar de dar a má notícia. Sabendo estar condenada, a Sra. Martin dá suas recomendações; a Isidoro, seu irmão, e sua esposa, ela confia as filhas. O Sr. Martin fecha-se no próprio sofrimento. O mal conquista inexoravelmente sua esposa. No dia 26 de agosto, dão-lhe a extrema-unção, cerimônia que impressiona profundamente Teresa. Zélia falece no dia 27 de agosto, à meia-noite. Dia 28, pela manhã, Teresa é despertada pelo pai que a toma nos braços e a carrega até o quarto onde jaz a falecida. “Vem beijar uma última vez a tua mãezinha”.
A Sra. Martin quisera que, depois de sua morte, o marido e as filhas fossem morar em Lisieux, onde o irmão Isidoro é farmacêutico. Ela confia neste irmão, na sua energia. Receia que o marido não seja capaz, com seu temperamento sonhador, de ocupar-se cabalmente das cinco filhas. Os amigos e conhecidos de Luís, bem como sua mãe que ali morava, dissuadiram-no de abandonar Alençon. Mas Isidoro Guérin lembra ao cunhado o desejo da falecida; sem mais delongas, pôs-se à procura duma moradia para Teresa, seu pai e suas irmãs. Doze dias depois da morte da Sra. Martin, o pai cumpriu o desejo da falecida: descobrir em Lisieux uma casa com jardim.
A 15 de novembro de 1877, depois duma última visita ao cemitério de Alençon, Luís Martin e as filhas partem para Lisieux. Esta cidade está situada no coração da Normandia. É uma cidade pitoresca: naquela época, ruas inteiras de casas de madeira emprestavam-lhe um aspecto medieval encantador. A pedido do cunhado, o Sr. Guérin encontrou em Lisieux, próxima à sua própria residência, uma casa encantadora dominada por um mirante, conhecida como “Os Buissonnets”. Teresa morará mais de dez anos nesse ambiente aprazível.
Para a caçula convergem as ternuras das irmãs mais velhas, que se fizeram suas “mãezinhas”; e, especialmente, as do pai, seu “rei querido”, que demonstra um “amor verdadeiramente maternal”.
No início de janeiro de 1878, Leônia e Celina são entregues às beneditinas da cidade. Paulina desdobra-se, então, para a pequena Teresa, em professora firme e afetuosa. A aluna se mostra muito aplicada em aprender a escrever sozinha antes dos 7 anos. Em outubro de 1881, quando está com oito anos e meio, Teresa ingressa como semi-interna na abadia das beneditinas. Porém, a menina mimada e solitária dos Buissonnnets não consegue integrar-se ao grupo. Apesar dos bons resultados escolares, e, sobretudo, do afeto das religiosas, Teresa designará esses cinco anos de internato como “os mais tristes anos da sua vida”.
Nessa época, seu grande sonho era ir um dia, com Paulina, “para um deserto remoto”. De fato, Paulina, que está com 21 anos, dirige o olhar para o “deserto” do Carmelo. Sua partida é rapidamente decidida. Teresa fica sabendo, com surpresa, durante o verão de 1882. O golpe é brutal. Paulina explica-lhe o que é o Carmelo e Teresa pensa com seus botões que o Carmelo é o “deserto” onde Deus quer que ela vá se esconder. Ela o diz a Paulina e, algum tempo depois, à própria priora do Carmelo.
Não somente Paulina a abandona para entrar no Carmelo, mas também muda o seu modo de tratar Teresa, esquivando-se a qualquer contato direto com ela. Furta-se a continuar servindo-lhe de mãe. Mais tarde, Teresa contaria: “Confesso que os sofrimentos que tinham precedido a sua entrada nada foram em comparação com os que se lhe seguiram. Todas as quintas-feiras nós íamos ‘em família’ ao Carmelo e eu, acostumada que estava a abrir-lhe o meu coração de par em par em entretenimentos familiares, só a muito custo conseguia dois ou três minutos no fim da entrevista no locutório: naturalmente, passava-os chorando e retiravam-me com o coração dilacerado…”. Era uma segunda morte: “Para mim, Paulina está perdida!”.
A reação de Teresa não poderia ser pior. Adoece, procurando provocar atenções maternais da sua tia Guérin e da irmã, Maria, a quem chama incessantemente: “Mamãe, mamãe”, forçando-a a permanecer junto dela.
No dia 23 de março de 1883, o Sr. Martin leva Maria e Leônia a Paris para as cerimônias da Semana Santa. Já aflita, entregue a seu tio e sua tia, Teresa não consegue superar esta breve separação. Na tarde da Páscoa, 25 de março, o Sr. Guérin, sem se dar conta, completa a tragédia quando evoca a lembrança da Sra. Martin. Algumas horas mais tarde, a menina é tomada por tremores nervosos aos quais sucedem crises de medo e alucinações. Chama-se com urgência o Sr. Martin e suas filhas. Maria instala-se à cabeceira da menina, na casa dos Guérin, pois ela não pode ser transportada.
O desejo de abraçar Pauline, mais uma vez, por ocasião da tomada de hábito, provoca uma melhora, em 6 de abril. No dia seguinte, há recaída, nos Buissonnets. Manifestações desoladoras multiplicam-se. A “estranha doença” desnorteia o Dr. Notta, que, por um momento, fala de “dança de São Guido”, mas exclui formalmente a histeria.
Após cinco semanas de angústias, a fé da família Martin consegue finalmente a cura da doença diante da qual a ciência fora impotente. No domingo, 13 de maio de 1883, dia de Pentecostes, a menina sente-se repentinamente curada pelo “encantador sorriso da Santíssima Virgem”.
Poder-se-ia julgar que a conseqüência de tal evento fosse apaziguar profundamente Teresa. Na realidade, pôs-se a perguntar a si mesma se tudo aquilo não fora inventado por ela. Começou a sofrer de enxaquecas. Em maio de 1885, durante o retiro preparatório à comunhão solene, um sermão frenético dum padre que pregava sobre o medo do inferno fez despertar nela o que denominou “a doença terrível dos escrúpulos”, doença esta que só findaria no Natal de 1886:“É preciso ter passado por este martírio para ter dele uma justa compreensão: ser-me-ia impossível dizer tudo o que eu sofri durante um ano e meio… Todos os meus pensamentos e ações as mais triviais tornavam-se-me causa de perturbação.”
No Natal de 1886, Teresa é ainda uma criança, que retorna da missa do galo toda apressada para procurar seus presentes. Mas Luís Martin está farto dessas atitudes infantis. Ela conta: “Enfadou-se ao ver meus sapatos na lareira e disse as seguintes palavras, que me transpassaram o coração: ” Afinal, ainda bem que este é o último ano!” Teresa dá-se conta de que, cedo ou tarde, precisará renunciar à infância, abrir mão de todas as criancices. Chama este Natal de “Noite de luz”, “Noite da minha conversão”, quando deixa de lado os “defeitos da infância”. Insistirá muito na importância desta noite de Natal: “Desde esta noite abençoada, eu não fui vencida em nenhum combate, pelo contrário, caminhei de vitória em vitória”. O que ela recebe é um Dom de força e de coragem.
No dia de Pentecostes de 1887, seis meses depois de sua conversão, Teresa comunica ao pai que quer entrar para o Carmelo. Mas tem apenas 14 anos! O pai abençoa sua vocação e a conduz ao bispo de Bayeux. O vigário da paróquia de Saint-Jacques, superior canônico do Carmelo, nem sequer aceitava falar de tamanha loucura. E é a este padre que Mons. Hugonin remete a questão de Teresa.
O Sr. Luís, que tanto gostava de peregrinações, resolveu levar Teresa a Roma e sobretudo permitiu à filha falar de sua vocação ao Papa para conseguir autorização para ingressar no Carmelo aos 14 anos. Na audiência do Papa, a 20 de novembro de 1887, Teresa fez o seu pedido. Leão XIII deixa nas mãos dos Superiores a decisão. Na realidade, quem tinha a chave de sua entrada para o Carmelo era Mons. Hugonin. Ele dissera que lhe daria a resposta por escrito. Começa para Teresa uma longa espera. A resposta chegou a 28 de dezembro: o bispo escreve à priora do Carmelo de Lisieux confiando-lhe a decisão. Madre Maria de Gonzaga comunica esta resposta a Teresa no dia 1º de janeiro, véspera dos seus quinze anos.
As portas do Carmelo abrir-se-iam para Teresa na Segunda-feira, 9 de abril de 1888. No dia 10 de janeiro de 1889 recebe o hábito de carmelita. Ela acabara de completar dezesseis anos. Depois de um ano, a jovem religiosa poderá emitir os votos perpétuos. Em janeiro de 1890, alcançaria os exatos 17 anos exigidos pelas Constituições para o compromisso definitivo. Os superiores julgam mais prudente adiar: uma prolongação lhe é imposta. A cerimônia de 10 de janeiro foi, para o Senhor Martin, “seu triunfo, sua última festa neste mundo”. O drama do pai começa no dia 12 de fevereiro: ele, doente, vê “coisas horríveis, carnificinas, batalhas”. O tio Guérin decide transferir imediatamente o cunhado para uma casa de saúde, o Bon Sauver de Caen. Teresa é atingida bem no coração e não ignora que em Lisieux muitos a consideram responsável pela doença do pai, abalado pela partida sucessiva de suas filhas para o convento. Os meses se sucedem. A esperança de uma melhora para o sr. Martin enfraquece.
Na manhã do dia 24 de setembro de 1890 Teresa recebe o véu negro. Não há mais comunicação possível com seu pai, internado desde fevereiro de 1889. Porém, anos depois, uma surpresa: no dia 12 de maio de 1892, o tio Isidoro chega ao Carmelo trazendo o Sr. Luís Martin. Fora buscá-lo no manicômio de Caen. Em momento de lucidez, queria ver as filhas que, ao verem o pai no locutório, ficaram imensamente tristes: estava magro e pálido. Lúcido, nada dizia. Apenas ouvia. Quanto a Teresinha, teve apenas forças para rezar: “Muito obrigada, ó Deus, pelo bom pai que nos destes. Pudemos ver nele uma imagem do amor que tens por todos os homens”. Ao sair do locutório, o pai, apontando para o alto com o indicador, apenas conseguiu dizer uma palavra: “No céu”. Celina continuava com Leônia a cuidar do pai na casa dos Guérins.
Quando Paulina, Irmã Inês, foi eleita priora, resolveu nomear a ex-priora Madre Maria de Gonzaga como Mestra das Noviças. Teresinha foi nomeada sua ajudante. Além de ser ajudante de mestra, foi encarregada de pinturas, da confecção de imagens e das festas conventuais. Nessa ocasião estreou compondo versos e poesias. No verão de 1893 acharam melhor levar o pai de Teresinha da cidade de Caen para o castelo de La Musse. Desta vez Leônia não quis ir com o pai e Celina. Após um retiro na visitação de Caen, ela voltou com o firme propósito de fazer uma nova tentativa para a vida religiosa.
Teresinha começou a sentir umas dores de garganta em conseqüência da poeira e das emanações da lavagem de roupas e louças. Depois vieram umas contínuas dores no peito. Paulina não teve coragem de chamar o médico da família, um primo, o Dr. Francis La Néele. O médico oficial da comunidade era o Dr. Cornière, grande amigo de Madre Maria de Gonzaga.
No dia 14 de setembro de 1894 entra para o Carmelo de Lisieux mais uma Martin, Celina. Desde o tempo de Teresa de Ávila nunca um Carmelo acolhera quatro irmãs da mesma família. Teresinha não sabia como agradecer a Deus.
As dores de garganta de Teresinha persistiam. Já causavam sérias apreensões. Os remédios não surtiam nenhum efeito. Não obstante, ela não diminuía as suas atividades. Antes, seus trabalhos aumentaram com a entrada de mais quatro postulantes, entre elas, Celina.
Em fins de 1894, Teresinha começou a se questionar. Há seis anos entrara para o Carmelo e jamais abrira mão do desejo de se tornar santa. A leitura da vida dos grandes santos deixou-a meio confusa. Todos esses santos distinguiram-se por uma vida de grandes mortificações, praticaram em alto grau toda as virtudes e Deus dotou-os dos mais extraordinários dons e carismas. Perto deles, ela se julga um “obscuro grão de areia”. Mas não desanima. Não se sente apta a “subir a rude escada da perfeição”, mas há que se santificar por outro caminho. Lembrou-se então de que ouvira, num retiro, o Pe. Prou falar de um caminho pequeno e reto, completamente novo para se chegar ao amor total. Teresinha descobre esta “Pequena Via”, que se tornará a essência de sua espiritualidade. Já que não consegue, através de férreas disciplinas e sacrifícios, alcançar a santidade, Jesus mesmo será sua santidade. Ele irá conduzí-la nos braços até a Montanha do Amor. O seu pequeno caminho será o do abandono, da entrega confiante nas mãos do Pai.
Teresinha descobre a alegria de ser pequena. Se ela não ensinou nada de novo, ensinou um novo modo de fazer-se pequeno. Significa reconhecer que somos pequenos diante de Deus; significa acreditar que Deus se agrada de quem se faz pequeno na humildade.
Numa noite de inverno de 1895, as irmãs Martin conversavam na sala aquecida. A mais nova, Teresinha, com seu jeito desembaraçado, contava às irmãs lembranças do passado, nos Buissonnets. Maria volta-se para Paulina, a priora, e sugeriu-lhe para pedir a Teresinha para escrever suas lembranças da infância. A conversa terminou com uma ordem de Paulina para que escrevesse suas memórias. Teresinha obedeceu e em pouco tempo encheu o primeiro caderno. Celina foi sua primeira leitora. Estava começando a escrever a “História de uma Alma”.
Um dia, após a missa da Santíssima Trindade, Teresa quis oferecer-se como vítima de holocausto ao Amor Misericordioso. Pediu a obteve permissão da Priora. Quis que Celina também o fizesse. Foi diante da imagem de Nossa Senhora das Vitórias que fez sua consagração, ela e a irmã.
Um dia, quando lavava roupas, Teresa foi chamada pela Priora. Paulina disse-lhe logo do que se tratava. Um futuro sacerdote e missionário pedia orações ao Carmelo. Chamava-se Maurice Bellière, de 22 anos. Teresinha aceitou ser sua “irmã” espiritual, fazendo pequenos sacrifícios por ele. Mais tarde foi-lhe confiado outro sacerdote e missionário: Adolfo Roulland, que depois de ordenado seria enviado para as missões na China. Sem sair do Carmelo, ela foi irmã de caminhada dos sacerdotes e missionários. Acreditava que podia estar sempre“unida às obras de um missionário pelos laços da oração, do sofrimento e do amor”.
Era a Semana Santa de 1896. Na noite de Quinta-feira Santa, 3 de abril, Teresinha estava no coro fazendo adoração. Fica aí até meia-noite. Depois vai repousar. Mal se deita, sente uma golfada, como vômito, que lhe sobe até os lábios. Como a lâmpada já estava apagada, ela não quis verificar. Só no dia seguinte pôde constatar. O vômito era sangue. Não teve medo. Era um anúncio do Bem Amado de seu coração. No dia seguinte, conta o ocorrido à Priora, completando: “Estou passando bem, e suplico-lhe que não me conceda nada de especial”. A Priora, sem se dar conta do estado real de Teresinha, concorda. Durante o dia Teresinha se entrega aos trabalhos na forma de sempre.
Na noite seguinte, o mal se repete. Teresinha é socorrida e atendida pelo Dr. Néele. O diagnóstico do médico e osremédios não surtiram o mínimo efeito de alício para Teresinha. Ela só podia sonhar de em breve estar junto do Bem Amado!
O sexto aniversário de sua profissão religiosa Teresa preferiu passá-lo na solidão. Nesse dia um raio de luz iluminou-a, e ela pôde escrever: “Ó meu Bem Amado, no sexto aniversário de nossa união, perdoa se te digo disparates. Peço que concedas a minha alma o que ela espera”.
Teresa fez questão de não se dispensar de nada. Andava pelos corredores do claustro exposta à neve, ao frio e à chuva sem baixar a cabeça e sem se proteger. Passava longas horas no coro sem se encostar em nada, sem desfalecer, mesmo quando mal podia respirar. Esforçava-se por rir, gracejar, e mostrava-se interessada por tudo. Comia de tudo o que lhe apresentavam. Ninguém a ouvia tossir durante a noite. Encarregava-se dos pequenos serviços da comunidade. Costurava, pintava, escrevia versos e cartas enquanto havia luz em seu quarto. Quando estava só é que tudo mudava. As energias lhe fugiam. Sentia imensa dificuldade em subir e descer escadas. Passava as noites com febre e frio; tossia sangue. É simplesmente incompreensível que durante todo o tempo do inverno ninguém tivesse notado a gravidade de sua doença. Ela queria morrer em atividade. Enquanto isso a doença progredia. Permaneceu fiel em não pedir nenhuma isenção. Madre Gonzaga, de seu lado, não tomava a mínima iniciativa em providenciar-lhe os cuidados necessários.
Só depois que o estado de Teresinha se complicou é que Madre Gonzaga resolveu desvelar-se mais do que uma mãe. Desde abril Paulina não saía de perto da irmã enferma, para anotar tudo o que ela podia dizer. O período de maio a 30 de setembro de 1897, dia de sua morte, foi uma longa agonia. Desenganada pelos médicos, Teresa esperava morrer. Mas, apenas viu adiar-se sempre mais a sua agonia.
No dia 3 de junho, por sugestão de Madre Gonzaga, começa a escrever suas memórias. Suas relações com a Priora haviam melhorado muito. A partir deste dia as irmãs de Teresinha crivam-na de mil perguntas como se quisessem arrancar-lhe todos os segredos e mistérios de seu coração. As três irmãs estavam absolutamente convencidas que Teresa era uma santa. Por isso queriam recolher cada uma de suas palavras para transmiti-las depois à posteridade.
Em julho vê pela última vez seus familiares. Neste mesmo mês já não consegue retomar a pena para escrever. Pede a unção dos enfermos. Com fervor diz: “Eu creio! Eu amo para crer mais firmemente!” Até agosto as hemoptises repetem-se. No dia 8 de julho tem de ser levada para a enfermaria onde inicia uma longa agonia de doze semanas. Leva consigo a imagem de Nossa Senhora das Vitórias. Em tudo depende dos outros. Os sofrimentos físicos vêm todos juntos: febre, suores, falta de ar, insônia.
As religiosas, em particular suas três irmãs, velam-na noite e dia. Compreende-se que ela repetisse: “oh! como se deve rezar pelos agonizantes!” Os dois meses derradeiros passam-se inteiramente nas trevas. No dia 29 de setembro, questiona:“Como é que vou fazer para morrer? Eu nunca vou saber morrer”.
Dia 30, na manhã de sua morte, diz: “Eu não me arrependo de me ter abandonado ao Amor”. Às horas finais, as mãos ficam geladas, o rosto se congestiona. De quando em quando, Teresa solta breves gemidos de sofrimento. Às sete da noite, ela fita o Cristo crucificado e diz: “Eu vos amo”, inclina a cabeça e expira.
O corpo ficou exposto no coro, atrás das grades, de sexta a domingo, para a visitação dos parentes e amigos. Todos queriam vê-la e tocá-la com terços e medalhas, como se já quisessem pedir-lhe graças e favores.
No dia 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, foi sepultada no cemitério de Lisieux a Irmã Teresa do Menino Jesus da Santa Face, falecida aos 24 anos. Quem dirige o cortejo fúnebre é sua irmã Leônia; de coração despedaçado. Havia muito pouca gente no pequeno cemitério. Depois do enterro o Carmelo voltou à rotina.
Quando Teresinha já estava na enfermaria, ouviu uma Irmã dizer: “Eu não sei porque falar tanto de Irmã Teresinha; ela não faz nada de nota; ninguém a vê praticar a virtude, nem sequer se pode dizer que ela seja uma boa religiosa”.
Paulina assumira o compromisso de publicar os escritos da irmã. Por isso pôs logo mãos à obra. Em pouco tempo transformou-os num volume de 474 páginas. Assim, um ano depois, em 1898, aparece a “História de uma Alma”, com uma tiragem de dois mil exemplares. Em 1899 foi preciso fazer uma nova edição. Em 1900 tinham sido vendidos seis mil exemplares. Nos anos seguintes saem as traduções para o inglês, alemão, italiano, espanhol, português, japonês e russo.
Chegam ao Carmelo de Lisieux milhares de cartas e pedidos de lembranças e relíquias. As romarias e visitas ao túmulo foram-se somando. Chegaram notícias de graças alcançadas, de conversões, etc. As próprias irmãs não sonhavam tamanho sucesso. O certo é que de uma fagulha fez-se um incêndio.
Em 1906 o Pe. Prévost encarrega-se de dar os primeiros passos na causa da beatificação e canonização de Teresinha. O processo foi mais rápido do que se podia esperar. O Papa Pio X, antecipando-se, chamou Teresinha “a maior santa dos tempos modernos”.
Em 1921 o papa Bento XV promulgou o decreto de heroicidade de suas virtudes. Depois, seu sucessor, PioXI, fez dela a “estrela de seu pontificado”. No dia de sua beatificação, 23 de abril de 1923, sua vida foi considerada uma “Palavra de Deus” para o nosso século. Finalmente, no dia 17 de maio de 1925, o papa Pio XI, contrariando as leis canônicas, diante de cinqüenta mil pessoas dentro da Basílica de São Pedro e diante de mais de quinhentas mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, em Roma, canoniza Teresinha. A cerimônia contou com a presença de 33 cardeais e 250 bispos do mundo inteiro. Dois anos depois o mesmo Pio XI proclama Santa Teresinha “padroeira principal das missões”, pondo-a em pé de igualdade com o grande missionário São Francisco Xavier.
Quando visitou a França, o papa João Paulo II quis visitar também Lisieux. Na ocasião, ele falou diante de uma multidão de mais de cem mil pessoas: De Teresinha pode-se dizer com convicção que o Espírito de Deus permitiu ao seu coração revelar diretamente aos homens do nosso tempo o mistério fundamental, a realidade fundamental do Evangelho: o fato de termos recebido realmente ‘um espírito de filhos adotivos que nos faz exclamar: Abba! Pai!”.
O papa Pio XII, em 1944, declarou-a padroeira da França em pé de igualdade com Santa Joana d’Arc.
No dia das Missões de 1997, ano do centenário de sua morte, Teresinha foi proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II, na Basílica de São Pedro em Roma.
Fonte: Ordem Carmelita Descalça no Brasil




Frases de Santa Teresinha
» Tudo é graça.
» Amo tanto a Deus que desejo poder dar-lhe prazer
sem que Ele saiba que sou eu.
» Não espero na terra qualquer retribuição: faço tudo por Deus.
» Quando estiver no Céu, chamar-vos-ei depressa…
» Não é a morte que virá buscar-me, é Deus.

» Do Evangelho fiz o meu tesouro mais precioso.
» A vontade de Deus é que eu lute até à morte.
» Deus absorver-me-á como uma gotinha de orvalho.
» Lutemos sempre, mesmo sem esperança de ganhar a batalha.
» Oh! Bem-aventurado silêncio que tanta paz traz à alma!

» Ser carmelita; ser pela minha união convosco mãe das almas:
essa é a minha vocação.
» Eu sempre quis ser santa.
» Deus apenas te pede que te deixes amar.
» Deus não tem necessidade das nossas obras, mas do nosso amor.
» Viver de amor é dissipar o medo e a recordação das faltas passadas.

» A oração é um impulso do coração.
» Oh! Que grande é o poder da oração!
» Dir-se-ia que na oração és como uma rainha que tem livre acesso ao Rei
e que dele podes alcançar tudo o que pedires!
» Deus é tão rico que me dá abundantemente o que lhe peço.
» A minha vocação é o amor!

» Como é doce chamar a Deus nosso Pai!
» A vida é um tesouro!
» Eu escolhi ensinar a amar o Amor.
» quero ensinar a amar o Amor; quero infundir esperança.
» Eu não posso ter medo de um Deus, que por mim se fez pequenino.

» Vim para salvar almas. E rezar pelos sacerdotes.
» Nunca me apoio nos meus próprios pensamentos.
» Deus quer que me abandone como uma criança.
» A caridade não deve ficar fechada no fundo do coração.
» Viver de amor é dar sem medida, sem reclamar salário aqui na terra.

» Deus não pode inspirar desejos irrealizáveis.
» Quero encontrar maneira de ir par ao Céu
por um caminhinho muito direito, muito curto.
» Eu faço como as crianças que não sabem ler:
digo a Deus o que Lhe quero dizer, sem compor belas frases.
» Muitas vezes, sem o sabermos,
as graças que recebemos são devidas a uma alma escondida.
» No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor!

» Uma alma abrasada em amor não pode permanecer inactiva.
» Um coração que ama trabalha com amor.
» Compreendi que o Amor encerra todas as vocações.
» O Amor é tudo.
» O Amor é eterno.

» A caridade perfeita consiste em suportar os defeitos dos outros.
» Deus nunca me abandonou.
» Deus não me abandonará.
» Estou unida Àquele a quem amei com todas as forças.
» Meu Deus, amo-vos!

» Não me arrependo de me haver entregue ao Amor.
» Haverá alma mais pequena e mais impotente que a minha?
» O mérito não consiste em dar muito, mas em amar muito.
» Como é fácil agradar a Jesus, basta amá-L’o!
» Não é par ao primeiro lugar, mas para o último que eu corro.

» Sou filha de Maria.
» A Virgem Santíssima é mais Mãe que Rainha.
» A Santíssima Virgem teve menos que nós,
porque não teve uma Santíssima Virgem para amar!
» Ó Mãe bem-amada, apesar da minha pequenez,
como tu possuo em mim o Omnipotente.
» A Santíssima Virgem nunca estará escondida para mim,
porque a amo muito.

» Ó Divina Eucaristia! Ó Mistério Sagrado! Que o Amor produziu…
» Já não receio os pavores da noite.
» Na noite desta vida aparecerei diante de Vós com as mãos vazias.
» Não recusemos nada a Jesus. Um dia Ele nos dirá: «Agora é a minha vez»!
» É tão doce ajudar Jesus, pelos nossos sacrifícios, salvar almas.

» O meu caminho é todo confiança e amor.
» Não compreendo as almas que têm medo de um Amigo tão terno.
» Não tenho outro modo de Vos provar o meu amor
senão ode Vos atirar flores.
» Desejaria ter sido missionária desde a criação do mundo
até ao fim dos séculos.
» Amar é tudo dar e dar-se a si mesmo.

» Nada fica nas minhas mãos. Tudo o que tenho,
tudo o que ganho é para a Igreja e para as almas.
» Nunca direi a Deus senão amor, por isso Ele devolve-me Amor.
» Nós, que corremos pelo caminho do Amor,
não devemos pensar no que nos pode acontecer de doloroso no futuro.
» Não me considero uma grande santa! Considero-me uma santa pequenina.
Penso que deus quis pôr em mim coisas que fazem bem a mim e aos outros.
» Se os Anjos varressem o Céu, a poeira seria feita de diamantes.

» Deus terá de satisfazer todos os meus desejos no Céu.
» A minha missão vai começar, a missão de fazer amar a Deus
como eu O amo, de dar às almas o meu pequeno caminho.
» Quero passar o meu Céu a fazer bem á terra.
» Não posso descansar enquanto houver almas para salvar.
» Deus não me daria este desejo de fazer o bem sobre a terra
depois da minha morte, se não quisesse realizá-lo.

» Só no Céu veremos a verdade de todas as coisas.
» Sou uma alma pequenina que Deus cumulou de graças.
» Como gostaria de ter sido sacerdote para pregar sobre a Santíssima Virgem.
» Os pregadores apresentam-na inacessível; deviam mostrá-la imitável.
» Que seria de mim se Deus não me desse força?

» O que mais me agrada é o que Deus quer e escolhe para mim.
» Não me arrepende de me ter entregue ao Amor.
» Não é «a morte» que virá buscar-me, é Deus.
» A Santíssima Virgem cuida bem dos meus recados;
hei-de confiar-lhe outros numa próxima vez.
» Se soubesse como Deus é bom para comigo!
Mas se Ele fosse um bocadinho menos bom,
continuava a achá-l’O ainda bom…




FILME: THERESE - VIDA DE SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS





DOCUMENTÁRIO: SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS



TERÇO CONTRA OS PODERES INFERNAIS - SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL






SITES:
www.asaparicoesdejacarei.com (Site Oficial)
www.avisosdoceu.com.br
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www.gloriasdejose.org
www.mensagenscelestes.com
www.chamadaesperanca.com
www.jesusmariaejose.org

CANAIS:
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http://www.youtube.com/user/aparicoesdejacarei#p/u

Sep 29, 2011

CONVITE - CENÁCULO- FESTA DOS SANTOS ANJOS - SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL



SITES:

CANAIS:


29 DE SETEMBRO-FESTA DOS ARCANJOS - SÃO GABRIEL - SÃO MIGUEL E SÃO RAFAEL

JACAREÍ, 30 DE MAIO DE 2010
MENSAGEM DO ARCANJO SÃO GABRIEL

 

"-Amados irmãos. Eu, Gabriel, Arcanjo do Senhor vos saúdo hoje e vos dou a Paz.
Santificai-vos, para maior glória do Senhor e da Virgem Santíssima. Para que através de vós o mundo possa ver a luz do Senhor, a luz da  salvação e possa então sair das trevas e vir para a luz, conhecer a  verdade. E assim, alcançar a salvação que o Senhor ainda hoje oferece  generosamente a todos.
Santificai-vos, para que no mundo novamente triunfe o bem sobre o mal,  o amor sobre o ódio, a paz sobre toda forma de violência e guerra, a  santidade sobre o pecado, a verdade sobre a mentira, a luz sobre as  trevas.
Santificai-vos, para que em vós e por meio de vós possa ser cumprido  o plano que o Senhor tem para cada um. E assim, sua vontade, sua  glória e os Seus divinos planos possam ser realizados, de modo que  toda a humanidade seja conduzida junto convosco à salvação e à  felicidade eterna que Ele prepara e oferece à cada criatura, à cada  alma, a todo homem.
Santificai-vos, para maior alegria de Deus, da Virgem Santíssima, da  corte celestial, das criaturas que estão na Terra. Para que então,  toda a criação entoe um hino vibrante de glorificação à Deus, por  meio de vós e por causa de vós.
A França é extremamente amada por Deus e pela Santíssima Virgem. Ela resplandecerá sobre a França com grande fulgor. E quando a Sua luz  resplandecer toda a França será atraída e voltará para o Seu Coração  materno e o Senhor Deus será verdadeiramente glorificado por todos os corações e todas as almas daquela nação. Aquela nação predileta e  tão amada por Deus e pela Virgem Santíssima, dará gloria de tal modo  ao Senhor, que todos os povos e nações da Terra entoarão o hino de
alegria e de glorificação a Deus por tudo o que Ele realizou e ainda  realizará na França, sua filha predileta.
Eu, Gabriel, estou convosco. Amo-vos. Continuai a fazer todas as  orações que a Santíssima Virgem vós deu aqui, pois é através
delas que vós obtereis a vitória na grande batalha, que agora nos  envolve. Envolve o Céu a Terra e o inferno. E somente aqueles que
estiverem muito unidos à Santíssima Virgem Aqui, pela obediência às  Suas Mensagens e pelas orações que Ela Aqui deu, poderão no fim ser  coroados com a coroa da eterna glória.
Eu, Gabriel digo-vos: Buscai a força de Deus na Oração e a  encontrareis. Abri vosso coração ao Senhor, renunciai a vossa vontade  e aceitai a Dele. E na vossa vida o Triunfo da Graça de Deus estará  assegurado.

A Paz Marcos. Amo-te. Meu eleito, amigo predileto Meu. A Paz Marcos.”

JACAREÍ, 9 DE JANEIRO DE 2011
MENSAGENS DE SÃO MIGUEL ARCANJO E SANTA SINFOROSA
 

MENSAGEM DE SÃO MIGUEL

"-Amados irmãos, Eu, MIGUEL, servo do Altíssimo e da Mãe de Deus, venho dar-vos a Paz e abençoar-vos hoje novamente.
Sede os valorosos combatentes do Senhor, vivendo cada dia mais: na fé, na prática e exercício de todas as virtudes, na vida de oração intensa e profunda, na união e na doce intimidade do vosso coração com Deus e com a Mãe de Deus, na oração, no recolhimento, na meditação e sobretudo, na profunda procura, busca e desejo da vontade de Deus e da Mãe de Deus. Para que assim, verdadeiramente, a vossa vida seja aquele mar de amor, luz, paz e santidade que Eles desejam para vocês e esperam que a vida de vocês se torne pela profunda união com Eles!
Sede os valorosos combatentes do Senhor, defendendo sempre mais a verdade, anunciando sempre mais a verdade, proclamando sempre mais com a palavra e com a vida a verdade que vós conheceis Aqui, nestas Aparições e Mensagens. Para que assim
, sempre mais, levando adiante a luz da eterna verdade, possais dissipar as trevas do erro, da mentira e de toda a cilada de satanás, libertando as almas da escravidão do pecado, da mentira e da ilusão do amor das coisas passageiras. Para que assim, sendo verdadeiramente livres todos possam encontrar a verdadeira paz, a verdadeira  alegria,  a salvação que só Deus o homem pode encontrar e do qual pode receber.
Sede os valorosos combatentes do Senhor, indo como a Mãe de Deus vos mandou de casa em casa, fazendo os Cenáculos que Ela vos mandou, levando as Orações e Mensagem deste Lugar Sagrado. Para que assim, a luz do Coração Imaculado Dela penetre nas famílias, expulsando dos corações, das almas e dos lares as trevas do pecado, as trevas do mundo, as trevas da ilusão, das coisas deste mundo que são passageiras, que penetraram e destruíram tantas famílias, por meio dos meios de comunicação, por meio da moda, por meio dos erros que sempre mais são propagados quer dentro, quer fora da igreja. Para que assim, a luz do Coração Imaculado de Maria, luz da verdade e da graça triunfe em todos os os corações. E as famílias, a sociedade e o mundo possam ressuscitar no Amor e pelo Amor, para que então o CORAÇÃO DE MARIA reine sobre tudo, em tudo e em todos.
Sede os valorosos combatentes do Senhor, fazendo sempre mais da vossa vida uma contínua oferta de vós mesmos a Deus, para que então Ele possa utilizar vocês como ferramentas dóceis, como instrumentos poderosos, para que realize Sua obra de salvação, fazendo com que a todas as almas e a todos os corações chegue também Sua graça salvadora. Se vós fordes como instrumentos musicais dóceis às mão daquele que o maneja, o Senhor poderá através de vós entoar mais uma vez o Seu ‘hino de amor’ por todos os Seus filhos e todos ao ouvir este ‘hino de amor’ verão o amor do Senhor, conhecerão a doçura de Sua bondade, conhecerão as riquezas de Sua graça, se apaixonarão por  Ele e pela Mãe de Deus e todos quererão ser Deles e viver para Eles também.
Assim como na vida dos Santos o Senhor pôde entoar este ‘hino de amor’, porque foram instrumentos dóceis nas Mãos do Senhor, se vós também fordes como instrumentos dóceis nas Mãos do Senhor, Ele também poderá entoar para o mundo todo a Sua eterna ‘canção de amor’, o Seu eterno ‘hino de amor’ que a todos convida a conhecê-Lo, a se aproximar Dele, a amar-Lo, a provar quão suave e bondoso é o Senhor, para aqueles que O amam, para aqueles que O temem, para aqueles que O obedecem.
Eu, MIGUEL estou sempre aqui para vos ajudar a serdes estes instrumentos dóceis, a serdes estes valorosos combatentes do Senhor. Habito neste Lugar sagrado dia e noite sem cessar. Estou aqui para vos levantar quando caís, para vos dar forças quando fraquejais, para segurar as vossas mãos e prepará-las para a luta, para realmente fortalecer os vossos nervos e os vossos pés para o combate, para ser o vosso escudo poderoso de defesa contra todos os males espirituais e até os temporais. E para ser sempre uma luz, um farol luminoso que  ilumina o caminho pelo qual vós deveis seguir.
Não tenhais medo! Entre vós e o inimigo, entre vós e as tribulações está a Minha Espada, eles só poderão se aproximar de vós tanto quanto Eu deixar, tanto quanto for permitido pelo Senhor, nem um centímetro a mais. Por isso, confiai em Mim, entregai-vos completamente a Mim e Eu sempre vos guiarei.
A todos neste momento, abençôo generosamente do Mont Sant Michel, do Monte Gargano e de Jacareí.
A Paz Marcos, amigo predileto Meu. A Paz. Amo-te. Permaneçamos sempre unidos, Nós.”

MENSAGEM DE SANTA SINFOROSA

“-Amados irmãos Meus! Eu, SINFOROSA, serva do Senhor, de Maria Santíssima e de São José, vos abençôo hoje e dou também a Paz!
Sede templos vivo do Senhor, abrindo os  vossos corações para o amor Dele, deixando entrar no vosso coração o amor do Senhor, vivendo sempre mais para agradá-Lo, para fazer a vontade Dele, para renunciar sempre mais a vossa vontade, de forma que a vossa vida seja um perfeito cumprimento do Plano do Senhor e não do vosso plano. E assim a vossa vida se torne um sinal do amor de Deus no mundo.
Sede os templos vivo do Senhor, incensando o altar da vossa alma sempre mais com o perfume da oração, das boas obras, do exercício das virtudes:
da magnificência, da longanimidade, da prudência, da fortaleza, da generosidade, do desprendimento de vós mesmos e da vossa vontade, da renúncia ao vosso próprio ‘eu’ e ao vosso querer, do amor, da paciência, da constância, da perseverança e de todas as outras virtudes. Para que vós verdadeiramente, crescendo cada dia mais no exercício dessas virtudes possais ajuntar ouro acrisolado, ou seja, ouro purificado na têmpera, no fogo, na fornalha das provações, das virtudes praticadas heroicamente nas dificuldades, nos testes que Deus permite a cada de sua vida. Para que assim, vossas virtudes sempre mais sólidas, sempre mais firmes e verdadeiras, sempre mais brilhantes e luminosas possam resplandecer aos olhos de todas as almas, de todos os homens, de todos os povos. E assim, todos possam ver quão grande e magnífico é o Senhor e quão maravilhosa é a obra do Senhor feita aos olhos de todos.
Sede os templos vivo do Senhor, vivendo na presença do Senhor, ou seja, fazendo tudo para Ele, por Ele, com Ele, nunca perdendo de vista a presença do Senhor, que Ele tudo vê, tudo sabe, tudo conhece. Que Ele sabe os pensamentos dos vossos corações antes mesmo de os transformardes em palavras. E assim, vivendo na presença do Senhor, fazendo tudo com Ele e para Ele, vós possais verdadeiramente ter uma ‘verdadeira vida em Deus’ e conservar a presença de Deus nos vossos corações.
Para conservar esta presença também é preciso tanto quanto possível fugir de tudo aquilo que obstaculiza esta presença de Deus continuar em vós e obstaculiza a vossa união com esta presença de Deus. Por isso, é necessário fugir de todas as ocasiões de pecado, de todas as ocasiões de perder esta presença de Deus na alma, quer pelo pecado, quer pelo envolvimento demasiado, exagerado, desordenado com o mundo e suas criaturas. Assim, vivendo sempre mais para o Senhor, sempre mais à disposição Dele, a presença de Deus conservar-se há na vossa alma, sempre ardente, sempre doce, sempre doce, sempre terna, sempre viva. E o vosso coração poderá experimentar quão suave e bondoso é o Senhor para com aqueles que O temem, que O amam, que O respeitam, que buscam cumprir a Sua vontade. E a vossa alma acalentada por essa doçura e essa suavidade poderá exultar de alegria mesmo no meio das dificuldades, dos sofrimentos e a paz estará sempre reinando nos vossos corações.
Sede os templos vivo do Senhor, guardando na arca do vosso templo, do vosso coração, os Mandamentos do Senhor,  observando-Os e praticando-Os, praticando tudo aquilo que o Céu vos ensina Aqui nestas Mensagens Santas, nestas Aparições. Para que vós, verdadeiramente todos os dias sejais um templo mais belo, mais luminoso, mais perfumado e mais rico para o Senhor, rico de amor, de virtudes, de prece, e sobretudo, de uma generosidade sem limites para cumprir tudo aquilo que o Senhor vos pede.
Se vós fordes esses templos vivos do Senhor, verdadeiramente, honrareis o Senhor, glorificareis o Senhor, amareis o Senhor, servireis ao Senhor e O adorareis em ‘espírito, verdade e vida’ como Ele deseja ser adorado por todos vós.
Eu, SINFOROSA, dei a  Minha vida pelo Senhor juntamente com os Meus filhos, animei-os a não exitarem em dar a sua vida por Deus como Eu, porque Ele, o Senhor é digno de que todos nós déssemos mil vidas se a tivéssemos por Ele e muito mais. Porque só o Senhor é belo, só o Senhor é grande, só o Senhor é digno de toda honra glória e louvor! E somente uma Mãe é digna de toda honra, glória e louvor: MARIA IMACULADA, que Eu amei com todas as forças do Meu coração ao ponto de dar Minha vida em honra, em louvor a Ela.
Vós, também, que sois os trabalhadores da última hora, vós sois chamados a serdes como Eu, a trabalhadora da ‘primeira hora’, vós os da ‘última hora’ sois chamados a amar a Deus com todas as forças do vosso coração, com todas as fibras do vosso coração, com todas as potências do vosso ser, amando-O e dando a Ele todos os dias uma pequenina coroa de sacrifícios, deixando a vossa vontade e cumprindo a do Senhor, deixando o que é mais agradável para vós, para fazer aquilo que é mais agradável a Ele, renunciando aos vossos pequenos apegos, sendo têmperos nos vossos negócios, nos vossos gozos, na busca da satisfação dos prazeres sensíveis. Para que assim, crescendo cada dia mais na mortificação interior e exterior, crescendo cada dia mais nas pequenas renúncias, vós verdadeiramente chegareis aquela grande santidade que outros como Eu chegaram a partir de grandes renúncias.
Vós Meus irmãos sois chamados a trilhar a pequena via: do amor, do desapego, da renúncia a vós mesmos, da santidade pessoal no dia a dia. Ide, valorosos combatentes do Senhor! Combatei o bom combate! Lutando contra os vossos defeitos, vícios, os vossos apegos e ajudando todos a também se libertarem para eles também conhecerem esta feliz liberdade dos filhos de Deus, que dispõe de tudo que o Senhor lhes deu para viverem, mas a nada são escravos, de nada são escravos, a nada são escravizados. Vivem neste mundo, mas dele, a ele não pertencem, dele não são, são só do Senhor. E assim, do vosso coração, um rio de paz jorrará e correrá pelo mundo dando a todos a felicidade e a alegria de serem filhos livres e verdadeiros do Senhor  da Mãe de Deus.
Continuai com todas as orações que vos foram dadas Aqui, através destas orações o desejo da santidade crescerá dia a dia em vossos corações e vós chegareis àquela santidade perfeita, sublime e consumada à qual a Mãe de Deus há 20 anos vos chama e vos convidou a chegar Aqui com Ela, por Ela e por meio Dela.
A todos neste momento, Eu, SINFOROSA vos abençôo e também abençôo a ti querido e amado Marcos.”



JACAREÍ, 06 DE MARÇO DE 2011

MENSAGEM DO ARCANJO SÃO RAFAEL
 

"-Amados irmãos Meus, Eu, RAFAEL, servo do Senhor, de Maria Santíssima saúdo-vos com todo o Meu Amor e dou-vos novamente a Paz.
Vinde a Mim e vos curarei de todos os males espirituais e vos curarei até mesmo dos males corporais que forem da vontade do Senhor que Eu cure em vós, para a maior glória Dele, do Senhor, para a maior edificação das almas e para maior bem e proveito vosso. E assim, possais gozar de verdadeira saúde espiritual para serdes os valorosos combatentes do Senhor e da Mãe de Deus, que sem fadiga, fraqueza ou cansaço algum lutam por Eles para espalhar na Terra a luz do Seu Amor, da Sua graça, da Sua Paz, da Sua Salvação.
Vinde a Mim e Eu vos curarei de todos os golpes que recebestes de Satanás ao longo de vossa vida, ou seja, daquelas feridas que Satanás provocou nas vossas almas, através das tentações consentidas e que mesmo depois da vossa conversão e arrependimento deixaram em vossas almas marcas profundas, que enfraqueceram a vossa vontade impedindo-a de se decidir firmemente pelo Senhor, pelo Seu Amor, pela conversão. Para que assim, Eu possa novamente dar-vos uma vontade firme, decidida, ardente, de amar unicamente ao Senhor e de serdes única e completamente Dele, para que em vós, na vossa vontade não haja nenhuma fraqueza, nenhuma hesitação, nenhuma indecisão em servir o Senhor, em amar somente a Ele com todas as forças do vosso coração e da vossa alma.
Vinde a Mim e Eu vos curarei dos golpes que recebestes do mundo e que abriram em vós tantas e tantas feridas. Vós como seres humanos tendes sede e fome de amor, mas buscastes o amor nas criaturas, no mundo, buscastes o amor onde ele não existia, buscastes o amor onde ele jamais poderia ser encontrado. E das criaturas recebestes apenas ingratidão, traição, maldade, indiferença, gelo e frieza e assim as vossas almas foram chagadas por esta grande rejeição e recusa em amar-vos, por esta rejeição à vossa pessoa. E isto abriu nas vossas almas feridas profundas que tantas e tantas vezes vos fazem sofrer, vos fazem sangrar espiritualmente, ou seja, sentir-vos tantas vezes sozinhos, não amados, não aceitos e assim, caís facilmente no turbilhão da tristeza, da solidão e do desânimo. Eu quero curar-vos também destas feridas, derramando nas vossas almas bálsamobálsamo do amor divino que fecha toda ferida, que enche e plenifica todo o coração e que, sobretudo, grava profundamente no coração onde Eu derramo o bálsamo a fé pura, completa, total e certa do amor de Deus pela alma, amor imutável, amor eterno, sempre constante, sempre fiel e perene.
Desta forma, a alma goza de uma profunda alegria, de um profundo júbilo interior que nada pode destruir nem fazer cessar, porque ela crê e se vê amada desde sempre por Deus, ela se vê envolvida pelo amor de Deus e então presa deste amor, ela rejubila-se e nela não há mais lugar nem para a solidão, nem para a tristeza, nem para o desânimo. Desta forma ela encontra forças para lutar e continuar caminhando na fé mesmo não encontrando nas criaturas o amor, a acolhida ou a compreensão que desejava. E ela não se cansa no caminho, porque é movida pelo amor de Deus e não pelo amor humano. Desta forma nela se cumpre aquilo que foi dito na Sagrada Escritura:
‘Voarão como asas, não se cansarão, mas caminharão e não se fatigarão.'
Quem são estas almas? São as almas que já estão repletas do amor de Deus, que já não buscam mais o amor das criaturas e por isso, porque só buscam o amor de Deus e porque Dele estão cheias porque Me pediram e porque Eu lhes dei o bálsamo do amor de Deus, não se cansam, não se fatigam e nunca portanto, param de caminhar. Eu derramarei nas vossas almas este bálsamo sempre mais, basta que Me peçais, basta que Me rezeis, basta que Me chameis e Eu virei como um Celestial Enfermeiro curar e fechar todas estas chagas nas vossas almas.
Vinde a Mim e Eu vos curarei também das feridas que vós mesmos causastes em vós, ou seja, procurando a satisfação dos vossos desejos e dos vossos apetites sensíveis, as chagas que vós mesmos abristes em vós buscando o mal, bebendo as águas envenenadas do pecado, de Satanás e dos prazeres deste mundo. E assim, matastes em vossa alma a vida da graça, ou então, abriste nela chagas profundíssimas, abristes em vossa alma cancros e úlceras profundíssimas que até hoje matam pouco a pouco a vossa alma e roubam dela a força para serdes valorosos, ardentes, fiéis no serviço do Senhor e de Maria  Santíssima.
Vou curar as chagas causadas pelo vosso amor próprio, pelas vossas vaidades, pelo vosso apego à vossa vontade desordenada, à vossa forma de pensar, de julgar, aos vossos critérios humanos com os quais tantas vezes tentais amoldar a vontade de Deus à vossa, e que assim abrem nas vossas almas chagas fatais que irão matar a vida da graça santificante em vós mais dia ou menos dia. Para que então, sendo totalmente livres destas chagas as vossas almas gozem de total e perfeita saúde espiritual e com esta saúde possais servir ao Senhor, sem nenhuma mancha de amor próprio, de apego a vós mesmos e a vossa vontade, ao vosso modo de pensar e de julgar as coisas. Para que assim, crendo fielmente, amando ardorosamente e obedecendo perseverantemente ao Senhor e à Maria Santíssima, em vós possa cumprir-se o plano do Senhor e da Mãe de Deus, que até agora já foi tão estragado por estas chagas que em vós existiam.
Eu, RAFAEL vos curarei a todos, basta que vós vos entregueis à oração profunda, à meditação e à união Comigo e Eu pouco a pouco vos farei voltar àquela pureza interior, àquela plenitude de graça e de vida que vós tínheis ao sair das águas do batismo e até mais porque o Senhor quanto mais se dá mais deseja dar-se a vós!
Eu, Meus queridos irmãos, vos abençôo a todos neste momento, com todo o Meu amor e digo-vos:
CONTINUAI A FAZER A HORA DOS SANTOS ANJOS TODAS AS TERÇAS-FEIRAS ÀS 9HS DA NOITE.
Rezai muito a Nós os Anjos durante o vosso dia, elevai o vosso pensamento a Nós, chamai-Nos e Nós vos guiaremos, cuidaremos de vós, vos iluminaremos, vos ajudaremos nas vossas dificuldades e vos mostraremos sempre mais o modo melhor de servirdes o Senhor, a Mãe de Deus e de ajudardes na salvação e na conversão dos vossos irmãos.
A todos, neste momento abençôo generosamente e especialmente a ti Marcos, o mais esforçado e o mais querido dos Meus irmãos. A Paz.”



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