Jan 13, 2012

ALERTA: VISÕES DO INFERNO RELATADAS PELOS SANTOS - SANTA FAUSTINA- PASTORINHOS DE FÁTIMA - SANTA TERESA D'AVILA - SANTA JOSEFA MENENDEZ - SANTA CATARINA DE SENA


INSOFISMÁVEIS TESTEMUNHOS 
DO INFERNO

VISÕES DO INFERNO RELATADAS PELOS SANTOS - SANTA FAUSTINA- PASTORINHOS DE FÁTIMA - SANTA TERESA D'AVILA - SANTA JOSEFA MENENDEZ - SANTA CATARINA DE SENA

«Lembra-te, ó homem, que és pó, e ao pó hás-de voltar» 
«Que adianta ao homem ganhar todo o mundo, se vier a perder a sua alma?»
 
(Sagrada Escritura)





PROVAS MAIS DO QUE EVIDENTES DA REAL EXISTÊNCIA DO

INFERNO

A Justiça exige que à gravidade da culpa
corresponda a magnitude da pena.

E Deus, como diz São Pio X,
«premeia os bons e castiga os maus,
porque é Justiça Infinita».
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O INFERNO, SEGUNDO
SANTA FAUSTINA KOWALSKA
(Mensageira da Divina Misericórdia)







" Hoje, conduzida por um Anjo, fui levada às profundezas do Inferno.
É um cavernoso lugar de grandes suplícios, e como é abissal a sua vastidão!
Eis os diferentes tormentos que vi:primeiro castigo, que constitui o Inferno, é aperda de Deus.segundo castigo é operpétuo remorso da consciência.
terceiro castigo é o de que 
essa condição nunca mudará.quarto castigo é o dofogo que penetra a alma, embora sem a destruir; sendo um sofrimento terrível, um fogo puramente espiritual, aceso pela Ira de Deus.quinto castigo é contínua treva e um horrível cheiro sufocante; e embora haja escuridão, os demónios e as almas danadas vêem-se mutuamente, reconhecendo todo o mal, quer de si mesmos, quer dos outros.
O sexto castigo é 
constante companhia de Satanás.sétimo castigo é tremendo desespero e o ódio a Deus, as maldições, pragas e blasfémias.
Estes são os tormentos por que todos os condenados, em conjunto, passam, mas não se acabam aqui os suplícios.
Há outros dirigidos a alguns réprobos em especial, que são as'
penas dos sentidos':Cada alma é atormentada no sentido com que pecou, de maneira horrível e indescritível.Existem pavorosas prisões subterrâneas, cavernas e poços de tormento, onde cada tortura difere da outra.
Eu teria morrido só de ver essas terríveis expiações, se não fora a Omnipotência de Deus haver-me amparado.

Que todo o pecador saiba que, em cada um dos seus sentidos com que pecou,
 há-de vir a ser atormentado por toda a eternidade.Escrevo isto por ordem de Deus, para que nenhuma alma se desculpe, dizendo que não há Inferno, ou que ninguém lá esteve e por isso não se sabe como ele é...Eu, irmã Faustina, por desígnio de Deus, visitei o abismo do Inferno, para que o possa noticiar às almas etestemunhar que ele existe.Sobre ele, não me é permitido falar agora, mas tenho ordem de Deus para deixar isto por escrito.
Os demónios estavam cheios de ódio de mim; todavia, pela Vontade de Deus, eram obrigados a obedecer-me.
E o que acabei de descrever dá apenas 
uma pálida imagem das coisas que vi.Notei, no entanto, uma coisa:A maior parte das almas que lá estão é justamente a daqueles que não acreditavam que o Inferno existe.
Quando voltei a mim, quase que não podia refazer-me do terror daquela visão.
Como as almas sofrem horrores no Inferno!Por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores.
Rogo incessantemente à Misericórdia de Deus para todos eles.
'Ó meu Jesus, preferia sofrer a maior agonia, até ao fim do mundo, do que Vos ofender com o menor pecado que fosse'. "('Diário da Irmã Faustina', Caderno II, 741) 

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A VISÃO DO INFERNO, SEGUNDO
OS VIDENTES DE FÁTIMA, PORTUGAL



(Pastorinhos Jacinta, Lúcia e Francisco após a visão do Inferno)


" Nossa Senhora:«Sacrificai-vos pelos pecadores, e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício:'Ó meu Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria' ».
Irmã Lúcia:Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses anteriores.
O reflexo pareceu penetrar a terra, e vimos como que:
Um mar de fogo, e mergulhados nele, estavam os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizavam e faziam estremecer de pavor!Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas, de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa!(Deve ter sido ao deparar-me com essa terrível visão, que exclamei um «ai!», que alguns dizem ter-me ouvido).Assustados e como a pedir socorro, levantámos a vista para Nossa Senhora, que nos disse com bondade e tristeza:«Vistes o Inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores.Para salvá-las, Deus quer estabelecer no mundo adevoção ao meu Imaculado Coração.
«Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz.
A guerra vai acabar, mas, se não deixarem de ofender a Deus, começará outra ainda pior.
«Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá, de que vai punir o mundo dos seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.
Para a impedir, virei pedia a Consagração da Rússia a meu Imaculado Coração, e a 
Comunhão reparadora nos primeiros Sábados.
«Se atenderem aos meus pedidos, a Rússia converter-se-á e terão paz; se não o fizerem, espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja.
Os bons serão martirizados; o Santo Padre terá muito de sofrer; várias nações serão aniquiladas.

«Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará.O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.
Em Portugal, conservar-se-á sempre o Dogma da Fé...
[Etc - Segue o Terceiro Segredo de Fátima]...«Isto, não o digais a ninguém. Ao Francisco, sim, podeis dizê-lo.
«Quando rezardes o Terço, dizei, depois de cada Mistério:'Ó meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno; levai as almas todas para o Céu, principalmente as que mais precisarem'» "(Aparição de 13 de Julho de 1917, Sexta-feira)
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INFERNO, SEGUNDO
SANTA TERESA D'ÁVILA
(Doutora da Igreja)





Estando um dia em oração, achei-me de repente, sem saber como e segundo me parece, toda metida no Inferno.
Entendi que o Senhor queria que eu visse o lugar que os demónios lá me tinham preparado, e que eu havia merecido pelos meus pecados.
Foi de brevíssima duração, mas, embora tivesse sido já há muitos anos, parece-me impossível esquecê-lo.
A entrada (do Inferno) pareceu-me à maneira dum beco muito comprido e estreito, semelhante a um forno muito baixo, escuro e apertado.

O chão pareceu-me de água com lodo muito sujo e de cheiro nauseabundo, cheio de lagartixas peçonhentas.
No fundo, havia uma concavidade aberta numa parede, à maneira dum armário, onde me vi metida com muito aperto.
Tudo isso, porém, eram deleites, em comparação com o que ali vi e senti...
Senti um grande fogo na alma, que não entendo como se pode dizer e de que maneira ele é.
As dores corporais são tão insuportáveis, que eu, nesta vida, apesar de já as ter sofrido tão intensamente, tudo isso é nada em comparação com o que ali senti. 


E segundo dizem os médicos, tive dos maiores sofrimentos que neste mundo se poderão padecer.
Foi por terem-se-me encolhido os nervos, ficando entrevada, além doutros tormentos diversos e muito variados, tendo sido alguns, como tenho dito, causados pelo Demónio.
Pois tudo isso foi nada, em comparação com o que ali [no Inferno] vi e senti, sabendo que essas penas não mais haviam de ter fim.
E no agonizar da alma: um aperto, uma sufocação, uma aflição tão sensível e com tão desesperado e aflitivo descontentamento, que eu não sei explicar.
Porque o dizer que isso é uma sensação de ver arrancada a alma, é pouco, por assim parecer-nos que alguém põe termo à vida; mas ali é a própria alma que se despedaça continuamente, para sempre.

O facto é que eu não sei como entender aquele fogo interior e aquele desespero, sobrepostos a tão gravíssimos tormentos e dores.
Não percebia como assim tanto sofria, mas sentia-me a ser queimada e retalhada, ao que me parece; e digo que aqueles fogo e desespero interior são os mais dolorosos.
Estando em tão pestilencial lugar, tão desesperada de toda a consolação, não havia como sentar-me ou deitar-me, não havia um sítio espaçoso, porque puseram-me nesta espécie de buraco feito na parede; porquanto estas paredes, que são espantosas à vista, apertam por si mesmas e tudo sufocam.

Não há luz, pois tudo são trevas escuríssimas.
Eu não entendo como pode ser isto, porque, não havendo luz, vê-se tudo o que à vista pode causar horror.
Não quis o Senhor que eu, então, visse mais nada de todo o Inferno; porém, depois tive outra visão de coisas terríveis, sobre o castigo de alguns vícios.
Quanto à vista, pareceu-me ainda muito mais espantoso, mas como não sentia o tormento, não me causara tanto horror como na visão anterior, em que o Senhor quis que eu verdadeiramente sentisse aquelas dores e aflições no espírito, como se o corpo também as estivesse a padecer.
Não sei como foi isso, mas bem compreendi ser grande mercê, pois o Senhor quis apenas que eu sentisse, numa visão brevíssima, do que me tinha livrado as Suas infinitas Misericórdia e Justiça.
Porque não é nada somente ouvir falar disso, nem por eu já ter meditado sobre esses tormentos - embora poucas vezes o fizesse, que só pelo caminho do temor não vai bem a alma -, nem sequer por os demónios atenazarem-me com vários suplícios que tenho padecido.
Não, nada há como as penas infernais, porque se trata doutra coisa (imensamente pior).
Enfim, são tão diferentes como a pintura o é da realidade; ou seja, o queimar-se aqui no mundo é muito pouco, em comparação com esse fogo de lá...

E assim, não me recordo que tenha sofrido tribulações e dores, mesmo das maiores que na terra se podem pedecer, que não passem de ninharias, comparativamente; pelo que julgo que, em grande parte, nos queixamos demasiado e sem razão.
Portanto, volto a dizer que isso foi uma das maiores mercês que o Senhor me tem concedido, o que me tem aproveitado muitíssimo, tanto para perder o medo de todas as tribulações e provações desta vida, como para esforçar-me a suportá-las com paciência e resignação, dando por isso muitas graças ao Senhor, que me livrou assim, ao que agora me parece, de penas e sofrimentos imensamente maiores, tão horríveis e perpétuos.
De então para cá, como digo, o pior deste mundo parece-me fácil e aprazível, em comparação com o dolorosíssimo momento que no Inferno eu vi e padeci.
Tendo lido muitas vezes livros que dão algumas ideias aproximadas das penas do Inferno, espanta-me deveras como não as temia suficientemente, preocupando-me muito pouco com a sua verdadeira natureza e realidade.
Deste modo, sinto imensa pena das almas que se podem condenar eternamente - dos protestantes em especial, porque já eram, pelo Baptismo, membros da Igreja -, obtendo assim grande zelo de salvar almas, de tal modo me parece certo que, para livrar uma só alma de tão gravíssimos e eternos tormentos, padeceria muitas vidas e mortes de boa vontade. "
(Santa Teresa de Jesus, 'Livro da Vida', Cap. XXXII)
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INFERNO, SEGUNDO
SANTA JOSEFA MENENDEZ





" Vi muita gente do mundo a cair no Inferno, e agora as palavras não podem descrever, nem por assombro, os seus horríveis e espantosos gritos: 
'Condenado para sempre... Eu me enganava a mim mesmo... Estou perdido... Estou aqui para sempre, eternamente!'

Os ruídos de confusão e blasfémias não cessam, nem por um instante.
Um nauseabundo odor asfixia e corrompe tudo; é como queimar carne putrefacta, misturada com alcatrão e enxofre...
Uma mistura a que nada na terra pode ser comparável.

Comecei a ouvir muitos gritos, e de seguida encontrei-me numa passagem muito estreita.
Na parede existia uma espécie de nichos, donde sai muito fumo, mas sem chama e com muito mau odor.
Eu não posso dizer o que se ouve, toda a classe de blasfémias, de palavras impuras e terríveis.
Uns maldizem o corpo... Outros maldizem seu pai ou sua mãe...
Outros reprovam-se a si mesmos, por não terem aproveitado tal ocasião, tal luz, a fim de abandonarem o pecado.

Enfim, é uma confusão tremenda de gritos de raiva e desespero...
Mas o que não tem comparação com nenhum tormento é a angústia que sente a alma, vendo-se separada de Deus.
Para poder livrar-me do Inferno, e eu que sou tão medrosa para sofrer, nem sei ao que estou disposta.
Não sei dizer o que sofro... É tremenda tanta dor...
Parece que os olhos saíram do seu lugar; é como se mos tirassem, arrancando-os...
Os nervos contraem-se. O corpo está como dobrado, não pode mover-se, nem um dedo...

O odor que existe é horrível, não se pode respirar, mas tudo isso é nada em comparação com a alma que, conhecendo a Bondade de Deus, vê-se obrigada a odiá-Lo, e sobretudo se O conheceu e amou, sofre muito mais... "
(Cf. Josefa Menendez, 'Convite ao Amor Divino')
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INFERNO, SEGUNDO
SANTA CATARINA DE SENA
(Doutora da Igreja)






Diz-lhe Jesus:" Filha, a tua linguagem é incapaz de descrever os sofrimentos desses infelizes...
No Inferno, os pecadores padecem
quatro tormentos principais:Primeiro tormento: é a ausência da Minha visão.Um sofrimento tão grande, que os condenados, se fosse possível, prefeririam sofrer o fogo, vendo-me, do que ficarem fora dele sem Me verem.Segundo tormento, como consequência, é o remorso que corrói interiormente o pecador, privado de Mim, longe da conversação dos Anjos, a conviver com os demónios.Aliás, a visão do 
Diabo constitui o terceiro tormento.Ao vê-lo, duplica-se o sofrer...
Os infelizes danados vêem crescer os seus padecimentos ao verem os demónios.
Nestes, eles conhecem-se melhor, entendendo que pela própria culpa mereceram o castigo.

Assim, o remorso martiriza-os e jamais cessará o ardor da consciência.
Muito grande é este tormento, porque o Diabo é visto no seu próprio ser; tão horrível é a sua fealdade, que a mente humana não consegue imaginar...
Segundo a Justiça Divina, ele é visto mais ou menos horrível pelos condenados, conforme a gravidade das suas culpas.
O quarto tormento é o fogo.Um fogo que arde sem consumir, sem destruir o ser humano.
É algo imaterial, que não destrói a alma incorpórea.
Na Minha Justiça, permito que tal fogo queime, faça padecer, aflija; mas não destrua.
É ardente e fere de modo crudelíssimo e de muitas maneiras.
A uns mais, a outros menos, segundo a gravidade dos seus pecados. "
(Santa Catarina de Sena, 'O Diálogo', 14.3.2)