segunda-feira, 2 de abril de 2012

ESCAPULÁRIO DA PAIXÃO - VERMELHO - REVELADO A IRMÃ APOLLINE ANDRIVEAU - GRAVADO PELO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA - SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL


VOL. 01 - ESCAPULÁRIO VERMELHO DA PAIXÃO - ESCAPULÁRIO DA PAIXÃO - REVELAÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO À IRMÃ APOLLINE ANDRIVEAU - GRAVADO PELO VIDENTE MARCOS TADEU - SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ SP BRASIL






VOL. 02 - ESCAPULÁRIO VERMELHO - APARIÇÕES DE JESUS À SÓROR APOLLINE ANDREVEAU REVELAÇÃO DO ESCAPULÁRIO VERMELHO DA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR NARRADA PELO VIDENTE MARCOS TADEU SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ/SP-BRASIL



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LUIZA APOLLINE ANDRIVEAU, nasceu à 7 de maio de 1810 em Porsan, Centro da França,
sendo filha legítima de Leonardo Andriveau e Apolline Grangier. Desde
pequena Apolline, muito estimada pela família, sempre soube corresponder
aos afetos dos mais íntimos. Modesta, obediente e muito fervorosa na
igreja, nutria grande veneração à imagem de Jesus “Ecce Homo” e era chamada
por muitos de “ a santinha”. Sempre gostava de dar esmolas e socorrer os
mais fracos. Quando se mudou para Paris com sua família, estudou música,
pintura, línguas, sendo uma aluna exemplar e estimada. Após a morte de sua
mãe foi estudar num colégio religioso, no convento de Santa Isabel, onde
ficou por 2 anos. Aos 23 anos entrou para o Convento das Filhas da Caridade
de São Vicente de Paulo, renunciando para sempre às artes e as ciências.
Assim relata ela mesma:

“Nada me parece mais perigoso para uma mulher do que os elogios ao seu
espírito e talentos. Foi a mão Divina do Nosso Amantíssimo Redentor que me
livrou deste caminho escorregadio que eu percorria com satisfação.”

Com certeza foi o grande amor pelo pobres que a fez escolher este
instituto, onde começou seu noviciado em 15 de outubro de 1833, em Paris,
na Rue du Bac, onde três anos antes Nossa Senhora revelou a Medalha
Milagrosa à Santa Catarina Labouré. Passando o tempo do noviciado, foi
enviada a Troyes, sudoeste de París, onde viveu 38 anos.



*Primeiras Manifestações sobrenaturais à Irmã Apolline*


Em 1845 irmã Apolline foi alvo de fenômenos místicos e foi chamada à Divina
Providência a exercer uma missão sobrenatural que foi para ela fonte
abundante de graças e também de grandes sofrimentos. Assim ela escreve em
uma das carta ao seu confessor, Padre Tiene, 'que havia recebido do Senhor
comunicações tão íntimas que a deixava espavorida, a tal ponto que receava
ser vítima de alguma tipo de ilusão.'

Descreve ela, à 11 de outubro de 1846:

“Estava meditando à Santa Missa na Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Julguei então vê-lO na Cruz. O Seu Rosto era de uma palidez que me
impressionou tão vivamente que me encontrei toda coberta de um suor
glacial. A cabeça de Nosso Senhor estava inclinada. Pensei que os longos
espinhos que cobriam sua fronte Adorável fossem a causa desta posição
incômoda. No mesmo instante, o Senhor levantou subitamente a cabeça e os
espinhos da coroa enterraram-se com força até os olhos e na fronte. Nunca
poderei esquecer aquele movimento. Era algo terrível a dor que Ele deve ter
experimentado no choque violento da Sagrada Cabeça contra o lenho da Cruz


Escapulário da Paixão


 
Escapulario da Paixão



ESCAPULÁRIO DA PAIXÃO -
ESCAPULÁRIO VERMELHO DA PAIXÃO

 I – ORIGEM DO ESCAPULÁRIO     PAIXÃO

No dia 26 de julho de 1846, na oitava da festa de São Vicente, à tarde, Nosso Senhor apareceu à Irmã Apolline Andriveau, Filha da Caridade, em Troyes, na França. Ela contou que viu Nosso Senhor revestido de túnica vermelha e de manto azul. Seu rosto não estava desfeito pelas dores do pretório, mas era a beleza por essência. Segurava na mão direita um escapulário suspenso por duas fitas de lã, no qual Ele estava representado pregado na cruz, e ao pé da cruz estavam os instrumentos da paixão que mais o fizeram sofrer. Ao redor do crucifixo estava escrito: Santa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, salvai-nos. Na outra extremidade das fitas, em pano escarlate, estava a imagem dos Corações de Jesus e de Maria; um cercado de espinhos e, o outro, ferido pela lança, entre os dois corações se elevava uma cruz.
Passados alguns dias, Irmã Apolline viu de novo a mesma imagem. Enfim, Nosso Senhor explicou como o escapulário deveria ser usado. 
Poucos meses antes de lhe ser revelado o escapulário da Paixão, Irmã Apolline teve outra visão. Fazia a Via-Sacra, quando na 13ª estação, Nossa Senhora lhe depôs nos braços o corpo inanimado do Mestre e lhe disse: “O mundo se perde porque não pensa na Paixão de Jesus Cristo; faça tudo para que o mundo pense, faça tudo para que ele se salve.”
As aparições se repetiam e, em todas elas, Nosso Senhor acentuava a sua infinita misericórdia para com os homens e o desejo de sua salvação.


II- COMO SE DEVE USAR ESTE ESCAPULÁRIO

Nosso Senhor disse à Irmã Apolline que só os Padres da Missão deveriam dar este escapulário, e aqueles que o trouxessem, bento por eles, receberiam, em todas as sextas-feiras, a remissão total das próprias faltas e um aumento de fé, esperança e caridade. Nosso Senhor pediu também que se falasse muito de seus sofrimentos e de sua morte.

III – APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA

Em 1847, Pe. Etienne, então Superior Geral, foi a Roma e tendo sido recebido em audiência pelo Santo Padre Pio IX aproveitou para comunicar-lhe as aparições. Pio IX não colocou nenhum obstáculo à aprovação do escapulário.
O poder de benzer o escapulário da Paixão tinha sido concedido exclusivamente aos Padres da Missão e por isso a difusão era lenta, visto que não lhes era possível percorrer todas as paróquias.
Muitos pedidos foram, então dirigidos ao Pe. Etienne para que alcançasse da Santa Sé a faculdade de delegar esse privilégio aos sacerdotes seculares e regulares que o pedisse.
O Santo Padre não só concedeu a licença, mas, ao mesmo tempo acrescentou às indulgências concedidas antes, uma indulgência plenária, todas as sextas-feiras do ano, às pessoas que usassem o escapulário constantemente.
 
ENGLISH

 
Nineteenth century Apparitions of Christ and the Blessed Mother
to a nun named Sister Apolline Andriveau
delivered the request  for propagation of a new devotion,
the "Red Scapular of the Passion of Our Lord
and the Sacred Hearts and Jesus and Mary."
Our Lord told Sister Apolline that He longed for consideration
of His sufferings and that His mother desired the same.
Our Lady told her "The world is hurrying to its perdition,
because it considers not the Passion of Christ,...
"Do all you can to bring and consider His sufferings.
Do all you can to save the world!"
 "All those who wear this scapular shall receive every Friday
an increase of faith, hope, and charity."
- Words of Our Lord to Sister Apolline.
According to St. Joseph's Provincial House  
investiture of the Passion sacramental is no longer required.
It is simply blessed and worn.
"The graces depend upon the faith and confidence of the wearer."
Regulations state that the red scapular of the Passion
must be made of red woolen cloth and bands. 
On one segment of wool is Jesus on the Cross,
below which are the implements of the Passion
and the words,
“Holy Passion of Our Lord Jesus Christ Save us.” 
The second piece of cloth bears the image
of the Hearts of Jesus and Mary, above which is written,
“Sacred Hearts of Jesus and Mary, protect us.”
>>> t <<<

FRANCÊS

Le Scapulaire Rouge de la Passion de Notre Seigneur Jésus-Christ


Ce scapulaire rouge provient d'une apparition de Notre Seigneur Jésus-Christ à une fille de la Charité Soeur Apolline ANDRIVEAU, née en 1810, qui a reçu  la vision du scapulaire de la Passion le 26 juillet 1846 à Troyes, maison Saint-Jean. Elle est décédée à Montolieu en 1895.
On notera sur le scapulaire la présence des deux Coeurs unis de Jésus et de Marie, surmontés de la Croix.
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Vous pouvez noter la présence des deux Coeurs Unis de Jésus et de Marie surmontés de la Croix
Nous retrouvons ci-dessous les deux Coeurs unis dans un tableau peint par le frère François Carbonnier concernant l'apparition de la Très Sainte Vierge rue du Bac . Je vous laisse apprécier la beauté de ce tableau .
.Accueil
Texte relatif au Scapulaire rouge adréssé par les soeurs de la charité : "Le 26 juillet 1846, sœur Apolline fut favorisée d une vision. Voici le récit quelle en fit à :’J'étais montée à la chapelle avant le salut. Je crus voir Notre-Seigneur vêtu dune longue robe rouge et dun manteau bleu. Cétait la beauté par essence. Il tenait dans la main un scapulaire écarlate suspendu par deux rubans de laine de la même couleur. Sur un côté, il était représenté crucifié ; les instruments les plus douloureux de la Passion se trouvaient au pied de la croix : le fouet du prétoire, le manteau, la robe qui avait couvert son corps sanglant. Il y avait autour du crucifix : Sainte Passion de Notre Seigneur Jésus-Christ, sauvez nous ! A l’autre extrémité du ruban, la même étoffe était recouverte de l’image sainte et de son Cœur sacré et celui de sa sainte Mère ; une croix placée au milieu semblait s’échapper des deux Cœurs ; et il y avait autour : Sacrés Cœurs de Jésus et de Marie, protégez-nous ! ».
Le soir de l’octave de Saint Vincent, le 26 juillet 1846, sœur Apolline fut favorisée d’une vision qu’elle tint d’abord soigneusement secrète. Cependant sur l’ordre formel de son confesseur, elle consentit à en faire part à M. Etienne, alors Supérieur Général des Prêtres de la Mission.
L’apparition de Notre-Seigneur tenant à la main un scapulaire de sa Passion, se renouvela plusieurs fois ; le jour de l’Exaltation de la Sainte-Croix, le 14 septembre 1846, elle eut lieu avec cette circonstance particulière, que sœur Apolline crut entendre Notre-Seigneur lui adresser ces consolantes paroles : «  Les Prêtres de la Mission doivent donner ce scapulaire et ceux qui le porteront bénit par eux recevront tous les vendredis une grande augmentation de foi, d’espérance et de charité ».
«  Notre divin Sauveur désire que l’on établisse le Scapulaire de la Passion, je n’en puis douter au fond de mon cœur. Il saura bien, dans un instant que lui seul connait, aplanir toutes les difficultés qui s’élèvent ordinairement contre les dévotions nouvelles et faire du précieux jour de sa mort un jour à part et enrichi des trésors de la sainte Eglise. Ce sera comme une des richesses de la Congrégation de la Mission ».
Le Pape Pie IX approuva avec joie le nouveau scapulaire et par un rescrit du 25 juin 1847 autorisa tous les prêtres de la Mission à bénir et à distribuer à tous les fidèles le nouveau scapulaire, dénommé SCAPULAIRE DE LA PASSION DE JESUS-CHRIST ET DES SACRES CŒURS DE JESUS ET DE MARIE .
On doit remarquer qu’il est rattaché de manière frappante à la Médaille Miraculeuse.
En effet, le scapulaire, comme la Médaille, centre notre attention sur la Croix de Jésus-Christ et sur la place de Marie dans le mystère du Salut.
Le 15 décembre 1861, le Supérieur Général de la Congrégation de la Mission, M Etienne , approuva le projet de M. Nicolle, jeune lazariste, de fonder une association pour consoler Jésus dans le mystère de ses douleurs, en ces termes : « oui, mon cher ami, elle vient de Dieu, la pensée d’établir la Confrérie de l’Agonie de Notre Seigneur et je vous engage à poursuivre sans délai la réalisation de ce projet…Ce n’est que l’application de la dévotion du scapulaire de la Passion que Notre Seigneur a confié au Zèle de la Congrégation ».
Monsieur Nicolle prend la plume et commence à rédiger un règlement qu’il intitule le Règlement de l’œuvre de la Sainte Agonie de Notre Seigneur Jésus-Christ.
Il se rend à Lyon pour exposer le tout au Cardinal de Bonald. Celui-ci l’écoute avec attention, et s’écrie : « cela pourrait bien venir de Dieu, Monsieur le Curé. » Il ajoute : « Mais c’est merveilleux Mr le curé, mettez moi le premier sur le registre, en tête des associés ! ».
Dans le bref daté du 14 mars 1862, Pie IX érige la Confrérie, exprimant le désir de voir une Association si utile se développer de jour en jour. L’Archiconfrérie commence réellement à exister le 2 mai 1862, par la célébration d’une première messe.
Un bref du 15 mai 1865 élève l’association au rang d’Archiconfrérie pour le diocèse de Lyon.
Le 3 octobre 1873 un nouveau bref de Pie IX étend l’archiconfrérie à toute la France et en fixe le siège principal dans la chapelle Saint-Vincent de Paul, à Paris.
Le Pape Léon XIII étend le titre de l’Archiconfrérie à l’univers par un bref du 2 octobre 1894. C’est à partir de ce moment que l’œuvre s’étend de plus en plus et se répand dans le monde entier. Elle compte au début du XXème siècle, plus de 200 confréries agrégées : Jérusalem, Rome, Turin, Madrid, Bruxelles, Dublin, Alexandrie, Beyrouth, Salonique, Baltimore, Emmitsburg, Buenos-Aires, Lima, Guatemala, Bahia, …Le nombre des Associés augmente de façon considérable et parmi les premiers nous comptons : Saint Pierre Julien Aymard, le P. Chevrier fondateur du Prado à Lyon, des cardinaux , des évêques…
Pour le Jubilé de l’Archiconfrérie, la cérémonie de la consécration de l’autel de la sainte Agonie a lieu le 9 octobre 1912, en la chapelle Saint Vincent de Paul . Une grotte en staff se trouve placée derrière l’autel de marbre blanc pour recevoir la statue en bois sculpté de Jésus agonisant et de l’ange lui présentant le calice. Une boiserie en chêne est sculpté pour entourer la grotte. Sous l’autel un bas relief en bronze représente la mort de saint Joseph. La Mère des douleurs aura aussi sa statue, et le bon larron la sienne.
Un calice magnifique, symbole du Calice de l’Agonie de Jésus est offert pour ce cinquantenaire.
Préparons nous au cent-cinquantenaire qui approche…2012 SERA LE PROCHAIN JUBILE de l’Archiconfrérie !".
Ci-dessous le Scapulaire Rouge de la Passion de Notre Seigneur Jésus-Christ.
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Desde o dia 7 de fevereiro de 1991, há 21 anos, Nosso Senhor Jesus Cristo, Maria Santíssima, São José , o Divino Espírito Santo, os Anjos e os Santos, vem aparecendo diariamente em Jacareí, São Paulo, Brasil, às 18:30hs (hora de Brasília). Ela se apresenta como Rainha e Mensageira da Paz e faz um último apelo à conversão, através de um jovem: Marcos Tadeu, que no início das Aparições tinha 13 anos apenas. São as mais intensas Aparições da história de nosso país, e Maria Santíssima diz que são as últimas Aparições para a Humanidade. A Mãe de Deus pediu que fosse feita todos os dias, às oito horas da noite, a Santa Hora da Paz a fim de que as famílias se convertam e o mundo tenha Paz. Ela prometeu a Sua proteção às famílias que a fizerem todos os dias. Nossa Senhora diz que as Aparições de Jacareí e a de Medjugorje (ex-Iugoslavia) são a continuação e a CONCLUSÃO de Fátima.
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