Jul 18, 2016

18 DE JULHO-DIA DE SANTA SINFOROSA-MENSAGEM DE SANTA SINFOROSA DADA NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ AO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA



JACAREÍ, 9 DE JANEIRO DE 2011

MENSAGEM DE SANTA SINFOROSA

Santa Sinforosa): “Amados irmãos Meus! Eu, Sinforosa, serva do Senhor, de Maria Santíssima e de São José, vos abençoo hoje e dou também a Paz.
Sede templos vivos do Senhor, abrindo os vossos corações para o amor Dele, deixando entrar no vosso coração o amor do Senhor, vivendo sempre mais para agradá-Lo, para fazer a vontade Dele, para renunciar sempre mais a vossa vontade. De forma que a vossa vida seja um perfeito cumprimento do Plano do Senhor e não do vosso plano e, assim a vossa vida se torne um sinal do amor de Deus no mundo.
Sede os templos vivo do Senhor, incensando o altar da vossa alma sempre mais com o perfume da oração, das boas obras, do exercício das virtudes: da magnificência, da longanimidade, da prudência, da fortaleza, da generosidade, do desprendimento de vós mesmos e da vossa vontade, da renúncia ao vosso próprio ‘eu’ e ao vosso querer, do amor, da paciência, da constância, da perseverança e de todas as outras virtudes.
Para que vós verdadeiramente, crescendo cada dia mais no exercício dessas virtudes possais ajuntar ouro acrisolado, ou seja, ouro purificado na têmpera, no fogo, na fornalha das provações, das virtudes praticadas heroicamente nas dificuldades, nos testes que Deus permite a cada de sua vida.
Para que assim, vossas virtudes sempre mais sólidas, sempre mais firmes e verdadeiras, sempre mais brilhantes e luminosas possam resplandecer aos olhos de todas as almas, de todos os homens, de todos os povos. E assim, todos possam ver quão grande e magnífico é o Senhor e quão maravilhosa é a obra do Senhor feita aos olhos de todos.
Sede os templos vivo do Senhor, vivendo na presença do Senhor, ou seja, fazendo tudo para Ele, por Ele, com Ele, nunca perdendo de vista a presença do Senhor, que Ele tudo vê, tudo sabe, tudo conhece. Que Ele sabe os pensamentos dos vossos corações antes mesmo de os transformardes em palavras. E assim, vivendo na presença do Senhor, fazendo tudo com Ele e para Ele, vós possais verdadeiramente ter uma ‘verdadeira vida em Deus’ e conservar a presença de Deus nos vossos corações.
Para conservar esta presença, também é preciso tanto quanto possível fugir de tudo aquilo que obstaculiza esta presença de Deus continuar em vós e obstaculiza a vossa união com esta presença de Deus. Por isso, é necessário fugir de todas as ocasiões de pecado, de todas as ocasiões de perder esta presença de Deus na alma, quer pelo pecado, quer pelo envolvimento demasiado, exagerado, desordenado com o mundo e suas criaturas.
Assim, vivendo sempre mais para o Senhor, sempre mais à disposição Dele, a presença de Deus conservar-se-á na vossa alma, sempre ardente, sempre doce, sempre terna, sempre viva. E o vosso coração poderá experimentar quão suave e bondoso é o Senhor para com aqueles que O temem, que O amam, que O respeitam, que buscam cumprir a Sua vontade. E a vossa alma acalentada por essa doçura e essa suavidade poderá exultar de alegria mesmo no meio das dificuldades, dos sofrimentos e a paz estará sempre reinando nos vossos corações.
Sede os templos vivos do Senhor, guardando na arca do vosso templo, do vosso coração, os Mandamentos do Senhor, observando-Os e praticando-Os, praticando tudo aquilo que o Céu vos ensina Aqui nestas Mensagens Santas, nestas Aparições. Para que vós, verdadeiramente todos os dias sejais um templo mais belo, mais luminoso, mais perfumado e mais rico para o Senhor. Rico de amor, de virtudes, de prece, e sobretudo, de uma generosidade sem limites para cumprir tudo aquilo que o Senhor vos pede.
Se vós fordes esses templos vivos do Senhor, verdadeiramente, honrareis o Senhor, glorificareis o Senhor, amareis o Senhor, servireis ao Senhor e O adorareis em espírito, verdade e vida como Ele deseja ser adorado por todos vós.
Eu, Sinforosa, dei a  Minha vida pelo Senhor juntamente com os Meus filhos, animei-os a não hesitarem em dar a sua vida por Deus como Eu, porque Ele, o Senhor é digno de que todos Nós déssemos mil vidas se a tivéssemos por Ele e muito mais. Porque só o Senhor é belo, só o Senhor é grande, só o Senhor é digno de toda honra glória e louvor!
E somente uma Mãe é digna de toda honra, glória e louvor: Maria Imaculada, que Eu amei com todas as forças do Meu coração ao ponto de dar Minha vida em honra, em louvor a Ela.
Vós, também, que sois os trabalhadores da última hora, vós sois chamados a serdes como Eu, a trabalhadora da ‘primeira hora’, vós os da ‘última hora’ sois chamados a amar a Deus com todas as forças do vosso coração, com todas as fibras do vosso coração, com todas as potências do vosso ser, amando-O e dando a Ele todos os dias uma pequenina coroa de sacrifícios. Deixando a vossa vontade e cumprindo a do Senhor, deixando o que é mais agradável para vós, para fazer aquilo que é mais agradável a Ele, renunciando aos vossos pequenos apegos, sendo temperos nos vossos negócios, nos vossos gozos, na busca da satisfação dos prazeres sensíveis.
Para que assim, crescendo cada dia mais na mortificação interior e exterior, crescendo cada dia mais nas pequenas renúncias, vós verdadeiramente chegareis àquela grande santidade que outros como Eu chegaram a partir de grandes renúncias.
Vós Meus irmãos sois chamados a trilhar a pequena via: do amor, do desapego, da renúncia a vós mesmos, da santidade pessoal no dia a dia. Ide, valorosos combatentes do Senhor! Combatei o bom combate! Lutando contra os vossos defeitos, vícios, os vossos apegos e ajudando todos a também se libertarem. Para eles também conhecerem esta feliz liberdade dos filhos de Deus, que dispõe de tudo que o Senhor lhes deu para viverem, mas a nada são escravos, de nada são escravos, a nada são escravizados. Vivem neste mundo, mas dele, a ele não pertencem, dele não são, são só do Senhor.
E assim, do vosso coração, um rio de paz jorrará e correrá pelo mundo dando a todos a felicidade e a alegria de serem filhos livres e verdadeiros do Senhor  da Mãe de Deus.
Continuai com todas as orações que vos foram dadas Aqui, através destas orações o desejo da santidade crescerá dia a dia em vossos corações e vós chegareis àquela santidade perfeita, sublime e consumada à qual a Mãe de Deus há vinte anos vos chama e vos convidou a chegar Aqui com Ela, por Ela e por meio Dela.
A todos neste momento, Eu, Sinforosa vos abençoo e também abençoo a ti querido e amado Marcos.”
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VÍDEO APARIÇÃO:

*** O Martírio de Santa Sinforosa e de seus Sete Filhos *** A construção da vila Adriana em Tívoli fora concluída em 135 e, deve-se remontar a essa época o martírio de Santa Sinforosa, sacrificada como vítima propiciatória nos "habituais nefandos ritos pagãos" de consagração da vila imperial. O trecho que fala do seu martírio mostra um imperador Adriano mal disposto em relação ao cristianismo (passaram-se os tempos das pacatas instruções ao procônsul Minúcio Fundanos) e propenso a crer nas calúnias dos sacerdotes pagãos. O próprio imperador, não um seu funcionário, chama aquela mulher, e procura induzi-la a renegar a fé, fazendo o mesmo com seus filhos. "O imperador Adriano fizera construir um palácio para si e queria consagrá-lo com os habituais nefandos ritos pagãos. Começou a pedir, com sacrifícios, aos ídolos e demônios, que neles habitam, a resposta dos oráculos, e esta foi a resposta: "A viúva Sinforosa, com seus sete filhos, aflige-nos todos os dias invocando o seu Deus. Se ela com seus sete filhos sacrificarem segundo o nosso rito, nós vos prometemos conceder tudo o que pedis". Adriano, então, mandou prende-la com os filhos e, de maneira insinuante, exortou-os a sacrificar aos deuses. Sinforosa, porém, disse-lhe: "Meu esposo Getúlio e seu irmão Amâncio, quando combatiam no teu exército como tribunos, enfrentaram muitos gêneros de tortura por não aceitarem sacrificar aos ídolos e, como atletas valorosos, venceram os demônios com a própria morte. Preferiram, de fato, ser decapitados a deixar-se vencer, sofrendo a morte que, aceita em nome de Cristo, trouxe-lhes ignomínia no mundo dos homens ligados aos interesses terrenos, mas deu-lhes honra e glória eterna na assembléia dos anjos. Vivem agora entre os anjos e, levantando os troféus da própria paixão, gozam no céu da vida eterna com o eterno rei". O imperador respondeu a Santa Sinforosa: "Ou sacrificas com teus filhos aos deuses onipotentes, ou farei imolar-te com teus filhos". Acrescentou, em seguida, santa Sinforosa: "Donde vem-me a graça de merecer ser oferecida com os meus filhos como vítima a Deus?". E o Imperador: "Eu te farei sacrificar aos meus deuses". A bem-aventurada Sinforosa respondeu: "Teus deuses não podem aceitar-me em sacrifício, mas se for imolada em nome de Cristo meu Deus, eu terei o poder de fazer com teus demônios se tornem cinzas". Disse, então, o imperador: "Escolhe uma das duas propostas: ou sacrificas aos meus deuses ou morrerás de morte trágica". Sinforosa, então, respondeu: "Crês que possa mudar o meu propósito por um temor qualquer, enquanto o meu desejo mais vivo é repousar em paz junto do meu esposo Getúlio, que fizeste morrer pelo nome de Cristo?". O imperador Adriano, então, mandou-a levar ao templo de Hércules e ali primeiramente fez com que fosse esbofeteada, depois dependurada pelos cabelos. Vendo, contudo, que de modo algum e com nenhuma ameaça conseguia demove-la do seu propósito, mandou atar-lhe uma pedra ao pescoço e afogá-la no rio. Seu irmão Eugênio, que tinha um cargo na cúria de Tívoli, recolheu o seu o corpo e sepultou-o na periferia daquela cidade. No dia seguinte, o imperador Adriano mandou chamar à sua presença os seus sete filhos ao mesmo tempo. Quando viu que de modo algum, nem com promessas nem com ameaças, conseguia levá-los a sacrificar aos deuses, mandou levantar sete postes ao redor do templo de Hércules e, com a ajuda de máquinas, fez afligir os jovens. Em seguida mandou matá-los: Crescente, trespassado no pescoço; Juliano, no peito; Nemésio no coração; Primitivo, no umbigo; Justino, nas costas; Estacteno, no peito; Eugênio foi esquartejado da cabeça aos pés. O imperador Adriano, retornando ao templo de Hércules do dia seguinte, mandou levar seus corpos embora e lançá-los numa fossa profunda, numa localidade que os pontífices chamaram: "Aos sete justiçados". Houve, depois disso, trégua de um ano e seis meses na perseguição; foi dada, nesse tempo, uma sepultura honrosa aos corpos dos mártires e foram construídas sepulturas para aqueles cujos nomes estão inscritos no livro da vida. O dia natalício dos santos mártires Sinforosa e seus sete filhos é celebrado 15 dias antes das calendas de agosto (17 de julho). Seus corpos repousam na via Tiburtina, a cerca de oito milhas de Roma, sob o reinado de nosso Senhor Jesus Cristo, a quem são devidas honra e glória nos séculos dos séculos. Amém".