Mar 30, 2017

AS APARIÇÕES DE LA CODOSERA ESPANHA 1945 - NOSSA SENHORA DAS DORES

conheça um trecho deste belissimo filme!


https://www.youtube.com/watch?v=Q_DGvJPhliI


VÍDEO DO AÚDIO DA APARIÇÃO DE 15.03.2017:

Pedidos deste DVD:

Ou pelo Tel: (12) 9 9701-2427



La Codosera, é uma pequena cidade situada, na região da Extremadura quase na fronteira com Portugal, é uma das mais belas regiões da Península Ibérica, repleta de lindas cidades, vilarejos e campos. Ainda hoje, La Codosera conserva o mesmo aspecto pacato e simples que tinha em 27 de Maio de 1945 quando tudo começou.


 Vidente Marcelina Barroso
Marcelina Barroso, de apenas 10 anos, era uma menina muito sofrida, seu pai haveria sido morto na 2ª guerra mundial e a família passava por muitos sofrimentos e tribulações para conseguirem sobreviver.

 Marcelina, tinha saído com sua prima, para fazer um serviço que sua mãe lhe encarregara. Encaminhavam-se para a localidade portuguesa de Marco que fica na fronteira com Portugal. Por volta das 3 horas da tarde passam por uma localidade chamada de Chandavila, ali Marcelina fixou o seu olhar numa castanheira, quando subitamente viu alguma coisa estranha. Um vulto flutuava no ar junto á árvore que a príncipio lhe pareceu uma mulher estranhamente vestida. As duas se afastaram  um pouco, então Marcelina se voltou para trás para olhar de novo para a árvore e foi quando então viu com mais nitidez e entendeu que era a Santíssima Virgem Maria, a Virgem Dolorosa vestida com um manto preto coberto de estrelas ou pequenas luzes.

Ambas se sentiram com muito medo e saíram correndo de volta a La Codosera.
De volta a casa, Marcelina conta tudo a sua mãe. Esta trata-a como mentirosa e proibia de voltar a Chandavila. Marcelina desobedeceu á mãe e uma força interior a empurrou a voltar ao local da aparição no dia 4 de Junho.

Nossa Senhora apareceu de novo e disse a marcelina: “ Minha filha Eu sou a Mãe de Deus, a Virgem Maria Dolorosa. Volta hoje mesmo neste lugar á tarde para fazerdes uma penitência em presença dos habitantes deste lugar.” 

Obedeceu a menina, acompanhada por milhares de pessoas inclusive o pâraco de La Codosera até o local.
Estando a menina a cerca de 60 metros da castanheira, viu novamente Nossa Senhora no mesmo lugar, que lhe pediu que andasse de joelhos até ao seu encontro na Castanheira. Marcelina ficou um pouco aflita pois o terreno era pedegroso. A Mãe das dores a animou dizendo: “Não temas! Não te acontecerá nada. Eu porei diante de ti uma almofada de ervas e juncos para que não te machuques.” Marcelina começou a sua marcha rápida e estática de joelhos sobre pedras grosseiras e cortudas que causou uma grande impressão a todos que assistiam, sua mãe desmaiou e quando ela chegou á castanheira, na presença da Mãe de Deus levantou-se e não havia nada, absolutamente nada nos seus joelhos.

Em êxtase Marcelina vê uma igreja muito bonita que tinha em seu altar a virgem Maria Dolorosa. Em seguida a Virgem pergunta a Marcelina se quer ir com Ela para o céu, a menina disse que sim. A virgem Maria sorriu a abraçou e dando-lhe um beijo na fronte disse: “ Aqui neste mesmo lugar, desejo que se levante uma Capela em Minha Honra. Ela deve ser feita minha filha tal como viste na visão atrás da castanheira.”


 Ao voltar do êxtase, Marcelina falou com suas amigas como se nada tivesse acontecido. Todos acreditaram que a menina via realmente a Mãe de deus.

Para além destes factos no verão do memo ano, Nossa Senhora, confirmou a veracidade destas aparições com o milagre do sol como em Fátima e com a escolha de mais duas almas priveligiadas Maria Delis e Afra Brígido Blanco para receberem grandes  experiências místicas das aparições da Virgem Maria.

Maria relata o seu testemunho: “ Eu estava rezando o rosário quando vi a Virgem baixando do Céu, Ela tinha um rosário na mão esquerda. Depois foi-se virando para o lado até que desapareceu completamente e não vi mais nada.”

“Um dia eu estava com um grupo de pessoas rezando o rosário ali perto do regato e nossa senhora apareceu. Ela foi circulando a castanheira, circulando a castanheira , depois me disse que eu tinha que ir até á castanheira de joelhos. Eu fui até lá e diferente do que aconteceu com a Marcelina do meu joelho saiu sangue, mas eu não sentia dor…”

“ Um dia sai pelo caminho e vi uma nuvem que se movia, movia, movia. Aquela nuvem se abriu e vi sair nela a paixão do senhor, fui caminhando até Chandavila e durante todo o caminho a fui vendo. Quando cheguei na castanheira vi uma grande cruz e em seguida cai por terra e então tudo desapareceu.”

 Afra Brígido Blanco, até então incrédula com 17 anos no dia 30 de Maio de 1945 (Festividade de Corpus Cristis) determinou-se ir com algumas amigas a Chandavila. Já ao chegar ás 15h00 como Marcelina viu entre nuvens algo que simulava uma capela muito clara e também a forma exata de uma cruz. No dia seguinte foi de novo ao lugar das aparições e viu sair das nuvens um objecto escuro que ao ir-se aproximando deixou ver a imagem da Virgem Dolorosa. Afra desmaiou de emoção e quando voltou a si retornou para casa com suas amigas. Nos dias seguintes Nossa Senhora voltou-lhe a aparecer várias vezes. Nestas aparições contou-lhe um segredo e também disse-lhe: “ Minha filha reza o Rosário todos os dias da tua vida. Eu estarei sempre contigo. Desejo que se construa uma capela aqui para Mim, virão grandes sofrimentos por isso reza e diz a todos que também rezem muito.”
Vidente Afra Brigido

Durante uma via Sacra, em companhia de Marcelina Barroso, Afra em êxtase viu a crucificação de Nosso Senhor e começou a sentir uma dor imensa em suas mãos lados e pés. No dia seguinte apareceu em suas mãos e lado as feridas de Jesus Crucificado. Recebeu os estigmas e segundo testemunhas, todos os dias ela trocava as suas bandagens que colocava em suas mãos e lado. Viram que no centro da mão dela tinha um formato como que de um cravo que passava até ao outro lado da mão. Outra testemunha diz ter visto o sangue nas feridas dela escuro, exactamente quando se vê sangue coagolado. Quando chegava a Semana Santa elas sangravam muito. Afra era uma jovem muito alegre e depois disso ela mudou completamente e afastou-se de todas as festas mundanas. Afra começou a vestir-se de preto como Santa Gemma Galgani para honrar Nossa Senhora das Dores. Vários médicos tentaram curar e fexar os estigmas de Afra se sucesso. Deles saiam um pequeno perfume agradável que era sentido po muitas pessoas. Com o passar do tempo, ela foi viver para Mdrid trabalhando no hospital sempre rezando e fazendo bem a todos . morreu no esquecimento de todos aos 90 anos depois de uma longa e penosa doença em 23 de Agosto de 2008.